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Diocese do Algarve realizou formação para novos ministros da comunhão

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

A Diocese do Algarve promoveu no passado dia 23 de março uma formação para novos ministros extraordinários da comunhão.

A iniciativa anual, participada este ano por cerca de 50 pessoas de 17 paróquias e promovida através do Departamento da Pastoral Litúrgica da Diocese do Algarve, teve lugar no Centro Pastoral de Pêra, orientada pelo diretor daquele organismo.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O padre Carlos de Aquino explicou ao Folha do Domingo que os formados foram propostos pelos párocos para o exercício daquele serviço nas paróquias.

O sacerdote explicou que a formação se desenvolveu a partir do tema introdutório “Da Igreja mistério aos ministérios na comunidade” sobre “a realidade da Igreja enquanto mistério, corpo do Senhor, povo santo de Deus, templo do Espírito” para os formandos “perceberem a função e o exercício” do ministério que irão desempenhar, bem como “a profundidade e os desafios que isso coloca à vida” de cada um.

O sacerdote acrescentou que a segunda dimensão da formação teve a ver com a eucaristia, “o grande sacramento ao qual eles estão mais diretamente relacionados”. Tratou-se de um aprofundamento sobre a dimensão da eucaristia e do culto novo e espiritual”, precisou, explicando que foram também abordadas as “diretrizes diocesanas sobre o ministério do ministro extraordinário da comunhão”.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O padre Carlos de Aquino realçou que este encontro ocorreu no quadro da renovação pretendida daqueles agentes de pastoral na diocese algarvia. O formador lembrou, tal como a designação indica, tratar-se de um “ministério extraordinário”. “Tem um tempo em que é exercido e há sempre a necessidade de, anualmente, serem renovados e é desejável que assim aconteça”, sustentou, garantindo haver já essa sensibilidade por parte dos párocos.

Aquele responsável destacou ainda que “o primeiro” e “o mais importante” exercício do ministro extraordinário da comunhão é a “distribuição da comunhão aos doentes”. “Temos insistido muito nessa dimensão: que os ministros da comunhão exerçam em primeiro lugar a presença da comunidade junto das pessoas doentes, dos que não podem vir celebrar a fé à comunidade”, referiu, explicando que, para além de levarem a comunhão a casa de pessoas idosas e doentes, aqueles agentes devem fazê-lo também nos hospitais, prisões, entre outros lugares em que se encontrem pessoas impossibilitadas de participar na celebração comunitária.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O formador, que é também o diretor do Secretariado da Liturgia da diocese algarvia, realçou então que, depois de cumprida esta missão primeira, o ministro extraordinário da comunhão deve, “também quando necessário, distribuir a comunhão no contexto da celebração da comunidade”.

O padre Carlos de Aquino adiantou que esta formação terá agora continuidade em cada uma das quatro vigararias que constituem a Diocese do Algarve para “que vão reatualizando também a sua formação espiritual”.

Por outro lado, o diretor do Departamento Diocesano da Pastoral Litúrgica explicou que alguns formandos serão convidados a realizar o próximo curso básico de teologia do CEFLA – Centro de Estudos para a Formação de Leigos do Algarve. “É sempre a escola que a diocese propõe para a formação da fé e que acho que é importante os ministros da comunhão também participarem nessas aulas”, afirmou.

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