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‘Gen Verde’ regressa ao Algarve para apresentar novo álbum

O grupo feminino de expressão artística do Movimento dos Focolares – ‘Gen Verde’ – regressa ao Algarve no próximo dia 30 de maio pela mão da paróquia de São Luís de Faro para apresentar o novo concerto nascido do mais recente álbum “From the Inside Outside”.

O espetáculo terá lugar, pelas 21h, no Teatro das Figuras, em Faro, e a organização explica que conta com “vídeos intensos capazes de transformar o palco em múltiplos ambientes”. “Os arranjos fortes e dinâmicos, a variedade de vozes e as coreografias expressivas fazem com que seja impossível ficar-se imóvel. É um espetáculo destinado a todos, um convite pessoal a cada um para encontrar a luz em si-próprio e acendê-la depois no ambiente em que se insere”, acrescenta a nota enviada ao Folha do Domingo.

As músicas do novo álbum abordam temas atuais como o perdão, o racismo, a migração, mas também muitos outros que afetam os jovens hoje em dia como o bullying, a falta de esperança e as dependências de todos os tipos. “Tanto os temas como os sons são totalmente contemporâneos, criando um estilo em que a música eletrónica é misturada com rock, K-pop e étnica coreana, fruto da natureza multicultural do grupo, formado por 20 artistas de 14 países diferentes”, acrescenta a organização.

Internacionalidade e multiculturalidade são, desde sempre, os pontos fortes do ‘Gen Verde’, a par do talento das artistas, da sonoridade e dos estilos musicais e artísticos que se intercalam e se fundem, em sintonia com a experiência das pessoas e dos povos que encontram nas suas tournées internacionais.

Nascido no ano de 1966 em Loppiano (Florença-Itália), centro internacional do Movimento dos Focolares, um laboratório multiétnico e cultural, o ‘Gen Verde’ já realizou mais de 1.500 espetáculos, com um total de 69 discos editados em nove línguas. “Tudo começou com uma bateria verde, presente incomum nas mãos de um grupo de raparigas onde, só de olhar para os seus rostos, se via o mundo inteiro e a vontade de mudança. Aquele instrumento tornou-se o símbolo de uma revolução permanente onde música e os talentos compartilhados e oferecidos, tornaram-se instrumentos privilegiados a contribuir para a realização de um mundo mais unido e fraterno”, lembra a organização.

É a cultura da paz, do diálogo e da aceitação do outro, que o ‘Gen Verde’ leva ao palco, como explica Sally McAllister, irlandesa, líder do grupo. “Com os nossos espetáculos queremos encontrar as pessoas, entrar em diálogo com as suas histórias, com experiências pessoais feitas de alegrias, dores, de aspirações e lutas, e, se possível, dar esperança ou inspirar gestos de partilhas. Estamos convictas que apenas a fraternidade, colocada em rede, salvará o mundo”, afirma.

Até hoje, são 147 as vocalistas, instrumentistas, atrizes, bailarinas e técnicas que nestes anos fizeram parte do ‘Gen Verde’ e que, com a sua contribuição profissional, deram vida a produções artísticas diversificadas e cujos géneros variam dos concertos ao vivo aos musicais, sem esquecer a atividade didática e formativa desenvolvida com os jovens, através de workshops e cursos específicos.

Além disso, são muitos os contactos com artistas de todo o mundo que contribuem constantemente para abrir horizontes e colaborações inéditas.

Entre os espetáculos que alcançaram maior sucesso, estão “Le sfide del 2000”, “Primeiras Páginas”, musical teatral cantado em 13 línguas, o musical “O Manto do Mundo”, “Maria”, o concerto “Music Made to be Played” e “From the Inside Outtside”, que a banda está a apresentar atualmente numa tournée internacional.

Foi precisamente no âmbito da apresentação de “O Manto do Mundo” que o grupo esteve pela última vez no Algarve, a 15 de março de 2007, no Pavilhão Desportivo Municipal de Loulé.

São numerosos os eventos internacionais de que o grupo fez parte, como o evento “First Earth Run”, promovido pela ONU e pela UNICEF em Nova Iorque, para o Ano Internacional da Paz (1986); dois concertos no Parlamento Europeu e no Parlamento de Praga; por ocasião das jornadas mundiais pela paz, em Seul, com a presença do papa João Paulo II (1984) e em Assis, com a presença do papa Bento XVI (2011) e, este ano, na Jornada Mundial da Juventude, no Panamá.

O Movimento dos Focolares foi fundado pela italiana Chiara Lubich em 1944, com a finalidade a construção de um mundo unido, e chegou ao Algarve há cerca de 30 anos, contando, atualmente, com cerca de 70 membros ativos.

Cartaz

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