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Seminário da Diocese do Algarve agradece adesão à cadeia de oração realizada este mês

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O Seminário da Diocese do Algarve realizou um vídeo (disponível abaixo) para agradecer a cadeia de oração ininterrupta ao Santíssimo Sacramento que as paróquias, comunidades, congregações, grupos e movimentos católicos realizaram de 4 a 17 deste mês, no âmbito da Semana dos Seminários que decorreu de 11 a 18 de novembro, sob o tema “Formar discípulos missionários”.

No vídeo, divulgado no passado domingo no Facebook, o reitor da instituição agradece a adesão ao lausperene diocesano, promovido pela equipa formadora do Seminário de Faro de que faz parte. O padre António de Freitas destaca o “enorme carinho, afeto e preocupação” que cada comunidade cristã tem para com o Seminário, “bem como o enorme esforço que tantos e tantos cristãos” fizeram ao se “entregarem em oração”. “Quisemos, deste modo, tornarmo-nos mais próximos e presentes e, por isso mesmo, dirigir-vos uma palavra de profundo e reconhecido agradecimento”, acrescenta.

“Sabemos que o fizeram, mais do que por sacrifício, por amor, reconhecendo a importância e a necessidade dos presbíteros na vida das nossas comunidades. Igualmente sabemos que o fizeram pelo carinho que tendes para com o nosso Seminário, os nossos seminaristas e pré-seminaristas e assim uniram-se a cada um deles na sua caminhada de discernimento vocacional”, acrescenta aquele responsável, considerando ser “importante, consolador e fonte de ânimo” para aqueles jovens e adolescentes “a força e o poder da oração da Igreja”.

Enumerando o conjunto de seminaristas e pré-seminaristas algarvios, o reitor refere que todos eles são “dom da misericórdia” e da “vontade de Deus”, “mas também é fruto do empenho dedicação e da oração de muitos cristãos” da diocese algarvia.

O padre António de Freitas termina, pedindo a todos que continuem a dedicar-se a “esta causa das vocações”. “Não deixemos esmorecer o nosso fervor na oração, nem tão pouco o nosso empenho em ajudar os nossos jovens a estarem atentos aos sinais e à voz de Deus. Dedicar-se à causa vocacional é pensarmos, não só na Igreja que somos hoje, mas também na Igreja que queremos ser amanhã”, conclui.

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