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	<title>imigrantes &#8211; Folha do Domingo</title>
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	<description>Jornal regional generalista de informação religiosa</description>
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		<title>António Pina diz que Portugal não deve considerar migrantes intercetados como refugiados</title>
		<link>https://folhadodomingo.pt/antonio-pina-diz-que-portugal-nao-deve-considerar-migrantes-intercetados-como-refugiados/</link>
				<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 17:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[imigração ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>
		<category><![CDATA[refugiados]]></category>

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				<description><![CDATA[O presidente da Câmara de Olhão considerou ontem que as autoridades portuguesas não devem atribuir o estatuto de refugiado e de proteção internacional a imigrantes ilegais provenientes de Marrocos como os 11 ontem intercetados numa embarcação no Algarve. O caso destes 11 imigrantes ilegais, que foram intercetados pela Polícia Marítima ao largo da ilha da [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Olhão considerou ontem que as autoridades portuguesas não devem atribuir o estatuto de refugiado e de proteção internacional a imigrantes ilegais provenientes de Marrocos como os 11 ontem intercetados numa embarcação no Algarve.</p>
<p>O caso destes 11 imigrantes ilegais, que foram intercetados pela Polícia Marítima ao largo da ilha da Armona, junto a Olhão, é o segundo no espaço de cerca de dois meses no Algarve.</p>
<p>O presidente da autarquia algarvia, António Miguel Pina, defende o seu enquadramento laborar, mas não com estatuto de refugiado.</p>
<p>“É um segundo sinal, tivemos o primeiro e, ao haver um segundo sinal, é preciso olhar bem para este tema. É verdade que temos que acolher, que ser humanos com estes cidadãos marroquinos, mas também não devemos confundir, na minha opinião, aquilo que é o caso cidadãos e migrantes no Mediterrâneo, na Síria, na Líbia, onde aí há, de facto, a fuga à guerra e a situações de vida deploráveis, com estas situações”, afirmou o autarca de Olhão.</p>
<p>António Miguel Pina frisou que estes casos são de “imigração ilegal” e os ocupantes da embarcação intercetada hoje são “tanto quanto se sabe, da mesma cidade” de onde provinham os nove que chegaram a uma praia, em Monte Gordo, no concelho de Vila Real de Santo António, em dezembro.</p>
<p>“O país precisa de trabalhadores, é possível enquadrar estas pessoas junto daqueles que precisam de mão-de-obra, da mesma maneira que procuram mão-de-obra às vezes em Marrocos, na Tailândia ou na Índia, mas enquadrá-los dessa forma”, propôs.</p>
<p>Pelo contrário, considerou, “atribuir-lhes o estatuto de refugiados” seria “exagerado”, porque a situação que se vive em Marrocos não é idêntica à de países que estão em conflito, como acontece na Líbia ou na Síria.</p>
<p>“Senão, todas as pessoas que tentassem entrar, de países mais pobres, teriam este estatuto [de refugiados]. E o Reino de Marrocos é um país que está em vias de desenvolvimento e até tem TGV, coisa que aqui não temos. Há pessoas que vivem ainda em situações económicas difíceis, mas não estamos a falar de refugiados, na minha opinião”, argumentou o autarca, em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia militar que assinalou o dia do Comando Territorial de Faro da GNR, em Tavira.</p>
<p>António Miguel Pina reconheceu que “são seres humanos” e “Portugal também é um país de emigrantes”, mas acha que se deve olhar para estes casos “a médio e longo prazo”.</p>
<p>“E considerarmos estas pessoas como refugiados, no meu entender, não faz sentido. Eles são imigrantes ilegais, o país precisa de mão-de-obra, vamos enquadrá-los, porque há falta de gente para trabalhar. Agora refugiados não, porque refugiados são aqueles que fogem de situações de vida de pressões políticas, da guerra, e não é o mesmo caso”, disse.</p>
<p>Questionado sobre se teme a abertura de uma nova rota marítima de imigração de África com destino ao Algarve, António Miguel Pina respondeu que os dois casos registados no Algarve “vêm da mesma cidade, os primeiros tiveram sucesso e, se os segundos também tiverem sucesso, podemos estar perante uma situação dessas”.</p>
<p>“É preciso trabalhar com o Reino de Marrocos para perceber e tentar enquadrar o que se passa e até como podemos ir de encontro a esta mão de obra que está disponível para emigrar”, reiterou o presidente da Câmara de Olhão, que também preside à Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).</p>
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		<title>Polícia Marítima intercetou junto a Olhão embarcação com 11 imigrantes ilegais</title>
		<link>https://folhadodomingo.pt/policia-maritima-intercetou-junto-a-olhao-embarcacao-com-11-imigrantes-ilegais/</link>
				<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 12:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[imigração ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>

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				<description><![CDATA[A Polícia Marítima detetou na madrugada de ontem uma embarcação com 11 imigrantes ilegais a bordo junto a Olhão, perto da entrada da barra da Armona, três dos quais tiveram de ser transportados ao Hospital de Faro para despistar problemas de saúde. Segundo disse à agência Lusa o comandante André Morais, da Polícia Marítima de [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Marítima detetou na madrugada de ontem uma embarcação com 11 imigrantes ilegais a bordo junto a Olhão, perto da entrada da barra da Armona, três dos quais tiveram de ser transportados ao Hospital de Faro para despistar problemas de saúde.</p>
<p>Segundo disse à agência Lusa o comandante André Morais, da Polícia Marítima de Olhão, a embarcação de madeira foi detetada cerca das 04:30 e a bordo estavam 11 homens, com idades compreendidas entre os 21 e os 30 anos, &#8220;provavelmente vindos do Norte de África&#8221;.</p>
<p>&#8220;Foram levados para o comando da Polícia Marítima de Olhão para tentativa de identificação e serão entregues ao Serviço de estrangeiros e Fronteiras (SEF)”, explicou.</p>
<p>O comandante do porto de Olhão explicou que três homens foram encaminhados para o Hospital de Faro &#8220;para despistar eventuais problemas de saúde&#8221;, pois apresentavam dores abdominais. Um dos homens tinha ainda um traumatismo numa perna que pode ter resultado de alguma queda durante a viagem, adiantou o comandante.</p>
<p>Fonte hospitalar adiantou os indivíduos tiveram depois alta, pois não tinham ferimentos graves. “Confirmamos a entrada no serviço de urgência de três pessoas acompanhadas pelas autoridades, que terão vindo da embarcação em causa. Mais informamos que nenhum destes utentes inspira cuidados”, tinha referido previamente.</p>
<p>A mesma fonte adiantou à agência Lusa que os 11 homens falam &#8220;muito pouco francês&#8221;.</p>
<p>O SEF esclareceu em comunicado que Portugal “vai apreciar o pedido de proteção internacional feito hoje pelos 11 cidadãos marroquinos”.</p>
<p>“Portugal vai apreciar o pedido de proteção internacional feito hoje [ontem] pelos 11 cidadãos marroquinos que foram detetados ao largo da Ilha de Armona, no concelho de Olhão. O grupo, composto por homens com idades compreendidas entre os 21 e os 30 anos, será ainda hoje [ontem] transferido para Lisboa”, lê-se no comunicado.</p>
<p>O mesmo documento refere que o SEF e o Conselho Português para os Refugiados “acautelaram o alojamento para os 11 requerentes de proteção internacional”.</p>
<p>“Ao abrigo do quadro de proteção internacional aplicado em outros casos de cidadãos estrangeiros resgatados no Mediterrâneo, será registado o pedido de concessão do estatuto e providenciada documentação que comprova o período de análise do mesmo. Essa documentação permite que, durante esse período, lhes possa ser garantida assistência médica, educação, alojamento e meios de subsistência”, explica o SEF no comunicado.</p>
<p>O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, disse ontem que os 11 imigrantes ilegais intercetados seriam interrogados durante a tarde, e considerou prematuro falar de uma nova rota de migração para Portugal.</p>
<p>“É de todo prematuro. Tivemos dezenas de milhares de chegadas em Espanha e não poderemos, relativamente a 19, nestes dois casos nestes meses, extrair daí qualquer conclusão. Estamos atentos, estou em diálogo com autoridades espanholas e marroquinas, e conto aliás estabelecer, nas próximas semanas, um encontro direto com o meu homólogo marroquino sobre vários temas, entre os quais este”, afirmou Eduardo Cabrita, em Tavira, quando questionado sobre a possível existência de uma nova rota de migração para a Europa.</p>
<p>“Não há nenhum dado que permita concluir definitivamente nesse sentido”, insistiu o governante, em declarações aos jornalistas, à margem da cerimónia militar do dia do Comando Territorial da GNR de Faro, que cumpriu ontem o seu 11.º aniversário.</p>
<p>A interceção da embarcação com 11 imigrantes marroquinos, registada ontem junto à ilha da Armona, foi o segundo caso registado em cerca de dois meses de uma embarcação de madeira que deixou as costas de Marrocos rumo a Portugal, tendo a primeira chegado à praia de Monte Gordo, em dezembro, com oito pessoas a bordo.</p>
<p>Questionado sobre o eventual estatuto de proteção que estes novos 11 imigrantes possam ter, Eduardo Cabrita afirmou que é preciso primeiro esperar pela sua audição, que está a ser conduzida pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), para “apurar exatamente as condições em que chegaram a Portugal e verificar qual o quadro jurídico em que será analisada a sua situação”.</p>
<p>Quanto aos oito migrantes que desembarcaram em Monte Gordo, em dezembro, o ministro disse que estão “sob proteção do Centro Português para os Refugiados” e com o “estatuto jurídico a ser avaliado pelo SEF”, sendo esperada uma “decisão preliminar nos próximos dias”.<br />
“Não está terminada ainda essa avaliação, o que foi solicitado foi um estatuto de proteção internacional, entendemos que não faz nenhum sentido, relativamente a um país amigo como Marrocos, a concessão de um estatuto de asilo para o qual não foi apresentado nenhum fundamento adequado”, referiu Eduardo Cabrita, acrescentando que serão sempre avaliadas as alternativas que se colocam, “designadamente a concessão de uma autorização de residência”.</p>
<p>Aos que chegaram ontem à zona de Olhão, Eduardo Cabrita disse que será aplicado “o princípio genérico” de fazer, “em função daquilo que resultar da audição destes 11 cidadãos, a avaliação de qual o estatuto jurídico que lhes será dado”.</p>
<p>Aos requerentes de proteção internacional em Portugal pode ser concedido, em caso de decisão positiva das autoridades portuguesas, o estatuto de refugiado, para pessoas perseguidas nos seus países de origem “em virtude da sua raça, religião, nacionalidade, opiniões politicas ou por pertença a certo grupo social”; ou o estatuto de proteção subsidiária, concedido a pessoas impedidas de regressar ao seu país, “por aí se verificar a violação sistemática dos direitos humanos ou por correrem o risco de sofrerem ofensa grave: pena de morte, tortura ou tratamento desumano e degradante”, de acordo com a informação disponível na página oficial do SEF.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>com Lusa</strong></p>
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		<item>
		<title>Oração das Igrejas cristãs do Algarve pela sua unidade apelou ao acolhimento aos refugiados</title>
		<link>https://folhadodomingo.pt/oracao-das-igrejas-cristas-do-algarve-pela-sua-unidade-apelou-ao-acolhimento-aos-refugiados/</link>
				<pubDate>Sun, 19 Jan 2020 16:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[ecumenismo]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>

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				<description><![CDATA[As Igrejas cristãs do Algarve voltaram a reunir-se ontem, no primeiro dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos que se prolonga até 25 de janeiro, para rezar pelo fim das divisões entre elas, mas a celebração ficou também marcada pelo apelo ao apoio e acolhimento aos refugiados. O tema tinha sido proposto pelas [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>As Igrejas cristãs do Algarve voltaram a reunir-se ontem, no primeiro dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos que se prolonga até 25 de janeiro, para rezar pelo fim das divisões entre elas, mas a celebração ficou também marcada pelo apelo ao apoio e acolhimento aos refugiados.</p>
<figure id="attachment_72752" aria-describedby="caption-attachment-72752" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72752" src="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-1.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-1.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-1.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-1.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-1.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72752" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>O tema tinha sido proposto pelas Igrejas cristãs das ilhas de Malta e Gozo que este ano prepararam os subsídios para as celebrações, reflexão e oração do oitavário baseados no relato bíblico do naufrágio de São Paulo.</p>
<figure id="attachment_72753" aria-describedby="caption-attachment-72753" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72753" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-2.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-2.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-2.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-2.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-2.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-2.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72753" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>Na celebração que decorreu na igreja de São Francisco, em Faro, o bispo do Algarve lembrou que o grupo de 270 pessoas, no qual ia inserido o apóstolo, foi acolhido na ilha de Malta com uma “amabilidade fora do comum”. “Ao pensar neste naufrágio no Mar Mediterrâneo penso que nenhum de nós deixa de pensar em tantos naufrágios dos nossos dias”, afirmou D. Manuel Quintas, lembrando que o papa Francisco tem alertado que o Mediterrâneo se tem tornado “um verdadeiro cemitério humano”.</p>
<figure id="attachment_72754" aria-describedby="caption-attachment-72754" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72754" src="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-3.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-3.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-3.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-3.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-3.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-3.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72754" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>“São milhares aqueles que já faleceram à procura de uma vida melhor, com maior dignidade para si e para as suas famílias. E também nos sentimos consternados ao verificar que não há esta amabilidade em todos os países. Antes pelo contrário, há rejeição, há indiferença”, lamentou o prelado, sustentando existir “indiferença naqueles que exploram estas pessoas e que vendem mais bilhetes que aqueles que os barcos podem levar”, “naqueles que os acolhem que não deixam que possam atracar nos seus portos” e “naqueles que os escorraçam”, deixando-os “confinados a campos de acolhimento”.</p>
<figure id="attachment_72755" aria-describedby="caption-attachment-72755" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72755" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-4.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-4.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-4.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-4.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-4.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-4.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72755" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>“Este texto convida-nos também a ver, do ponto de vista humano, como é que nós hoje vivemos esta hospitalidade, amabilidade, com todos aqueles que são frágeis na sua vida, que procuram uma vida melhor, que reclamam e que sentem necessidade do nosso apoio, acolhimento”, complementou na celebração organizada pelo Secretariado para o Diálogo Ecuménico e Inter-religioso da Diocese do Algarve em colaboração com o Movimento dos Focolares.</p>
<figure id="attachment_72757" aria-describedby="caption-attachment-72757" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72757" src="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-6.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-6.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-6.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-6.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-6.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-6.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72757" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>O bispo católico considerou ainda que, para além da amabilidade, outros valores necessários como “a hospitalidade, a reconciliação, a iluminação, a confiança, a fortaleza e a benevolência”, apresentados na celebração associados a remos como símbolos dos migrantes naufragados, são também o “primeiro passo” para que a oração pela unidade seja “eficaz”. “São valores fundamentais e essenciais para que nos sintamos todos, não apenas reunidos, mas unidos na oração pela nossa unidade”, referiu.</p>
<figure id="attachment_72758" aria-describedby="caption-attachment-72758" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72758" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-7.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-7.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-7.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-7.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-7.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-7.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72758" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>“Estes sinais que somos chamados a realizar fazem com que a oração se torne mais eficaz e mais autêntica porque é traduzida em gestos, não fica nas palavras”, acrescentou sobre aquelas “atitudes humanas” que lembrou serem “também cristãs”. “Sem isso, a nossa oração não encarna na nossa vida, não passa de cumprirmos mais uma obrigação, um rito, mas que não encontra resposta na nossa vida”, advertiu.</p>
<figure id="attachment_72759" aria-describedby="caption-attachment-72759" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72759" src="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-8.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-8.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-8.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-8.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-8.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-8.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72759" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>No início da oração, lembrando que o “fundamento” da mesma advém de os presentes terem “a mesma fé, o mesmo batismo”, D. Manuel Quintas tinha introduzido que a intenção daquela iniciativa era “rezar pela unidade entre os cristãos e pela reconciliação no mundo”. “As divisões entre nós existem desde há muitos séculos, o que causa muita dor e é contrário à vontade de Deus. Acreditamos no poder da oração e, juntamente com os cristãos do mundo inteiro, apresentamos em comum as nossas preces enquanto procuramos superar a separação”, afirmou.</p>
<figure id="attachment_72760" aria-describedby="caption-attachment-72760" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72760" src="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-9.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-9.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-9.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-9.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-9.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-9.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72760" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>Durante a celebração, os participantes pediram perdão “por erros passados, desconfianças e más condutas entre cristãos de diferentes Igrejas e tradições”, por terem “causado dor, dificuldades e angústia aos outros”, por se fecharem e permanecerem “indiferentes”, em vez de mostrarem “hospitalidade a todos, especialmente aos estranhos e refugiados”. “Deus de bondade, curai as memórias dolorosas do passado, que feriram as nossas Igrejas e continuam a manter-nos separados”, “transformai as nossas divisões em harmonia e as nossas desconfianças em mútua aceitação” e “desmontai as nossas barreiras, visíveis e invisíveis, que nos impedem de acolher nossas irmãs e irmãos que estão em perigo ou necessitam de ajuda”, pediu-se ainda.</p>
<figure id="attachment_72761" aria-describedby="caption-attachment-72761" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72761" src="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-10.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-10.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-10.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-10.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-10.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-10.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72761" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>A Igreja Católica foi ainda representada pelo cónego Joaquim Nunes (diretor do Secretariado para o Diálogo Ecuménico e Inter-religioso da Diocese do Algarve) e pelos padres José dos Santos Ferreira e José do Casal Martins e pelo diácono Rogério Egídio. O pastor Stephan Lorenz representou a Igreja Luterana alemã, o padre Reid Hamilton a Igreja Anglicana, o padre Ioan Rîşnoveanu a Igreja Ortodoxa ligada ao Patriarcado de Bucareste e Paula Rita a Igreja Evangélica. A animação ficou a cargo do grupo de Aljezur ligado à espiritualidade de Taizé que veio acompanhado do padre católico António Moitinho de Almeida.</p>
<figure id="attachment_72762" aria-describedby="caption-attachment-72762" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72762" src="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-11.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-11.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-11.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-11.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-11.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-11.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72762" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>O oitavário de oração pela unidade dos cristãos este ano tem como tema “Demonstraram-nos uma benevolência fora do comum” (Act. 27,18-28,10) e os materiais foram uma vez mais editados em conjunto pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos (Santa Sé) e pela Comissão Fé e Constituição (Conselho Mundial de Igrejas).</p>
<figure id="attachment_72751" aria-describedby="caption-attachment-72751" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-72751" src="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-12.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1" alt="" width="696" height="464" srcset="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-12.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-12.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-12.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-12.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2020/01/Celebracao_ecumenica_2020-12.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-72751" class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
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		<item>
		<title>Portugal pode vir a acolher migrantes que desembarcaram ontem na praia de Monte Gordo</title>
		<link>https://folhadodomingo.pt/portugal-pode-vir-a-acolher-migrantes-que-desembarcaram-ontem-na-praia-de-monte-gordo/</link>
				<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 09:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[imigração ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>

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				<description><![CDATA[Portugal pode vir a acolher os jovens que ontem desembarcaram numa praia do Algarve, ao abrigo do quadro de proteção internacional aplicado noutros casos de estrangeiros resgatados no Mediterrâneo, disse a diretora nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Em declarações aos jornalistas no Centro de Cooperação Policial e Aduaneira Castro Marim/Ayamonte (Espanha), a diretora [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_71726" aria-describedby="caption-attachment-71726" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="wp-image-71726" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2019/12/Barco_migrantes_monte_gordo.jpg?resize=660%2C440&#038;ssl=1" alt="" width="660" height="440" srcset="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2019/12/Barco_migrantes_monte_gordo.jpg?w=787&amp;ssl=1 787w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2019/12/Barco_migrantes_monte_gordo.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2019/12/Barco_migrantes_monte_gordo.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-71726" class="wp-caption-text">Foto © Luís Forra/Lusa</figcaption></figure>
<p>Portugal pode vir a acolher os jovens que ontem desembarcaram numa praia do Algarve, ao abrigo do quadro de proteção internacional aplicado noutros casos de estrangeiros resgatados no Mediterrâneo, disse a diretora nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas no Centro de Cooperação Policial e Aduaneira Castro Marim/Ayamonte (Espanha), a diretora do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Cristina Gatões, garantiu que os oito jovens “estão bem” e explicou que a preocupação inicial das autoridades foi tratar do seu estado de saúde para lhes serem explicados os moldes em que podem requerer essa proteção a Portugal.</p>
<p>“Estes jovens chegaram numa embarcação frágil à costa portuguesa, por volta das 10:30 da manhã, foram recolhidos pela Polícia Marítima, que entretanto entrou em contacto com o SEF, e desde essa altura que a nossa preocupação tem estado a ser estabilizá-los, estiveram a ser alimentados, hidratados”, disse a diretora nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.</p>
<p>Cristina Gatões recordou que, a meio da tarde, o grupo, composto por jovens com idades “entre os 16 e 26 anos” e de “nacionalidade marroquina”, foi transferido da capitania de Real de Santo António, à guarda do SEF, para o Centro policial da fronteira luso-espanhola entre o Algarve e Andaluzia, onde permanecerão até as autoridades “perceberem em que circunstâncias chegaram” e “quais são as intenções deles relativamente a esta chegada a Portugal”.</p>
<p>A diretora do SEF adiantou que se está a trabalhar com estes jovens “num quadro de cooperação internacional” para “avaliar se de facto é nessa circunstância que se vão manter” no país.</p>
<p>“Estamos a trabalhar no quadro ou no âmbito da proteção internacional e depois, quando avaliarmos a situação deles, serão tomadas medidas em conformidade”, antecipou, caso estes migrantes queiram requerer esse estatuto, semelhante ao aplicado a outros estrangeiros que Portugal tem acolhido após serem resgatados do mar Mediterrâneo, através de países como Itália ou Malta.</p>
<p>As conversas com os jovens começaram por ser “informais”, mas as autoridades explicaram-lhes depois as possibilidades legais que têm para permanecer no país para serem “devidamente elucidados sobre o quadro legal que têm à disposição” e poderem tomar uma decisão informada, referiu a mesma fonte.</p>
<p>“À semelhança de outros que chegaram a Portugal, ser-lhes-á assegurado o seu pedido, registado o seu pedido, ser-lhes-á providenciada documentação que comprova que esse pedido está em análise e ser-lhe-ão garantidas assistência médicas e todas as condições”, como “alojamento e meios de subsistência”, precisou.</p>
<p>Questionada sobre os motivos que podem ser invocados para essa proteção internacional, a diretora do SEF respondeu que podem ser questões políticas, para refugiados, ou questões humanitárias, que têm sido as mais aplicadas nestes casos, reconheceu.</p>
<p>SEF já está a trabalhar com outras entidades para, caso a opção destes jovens seja pelo pedido de proteção, serem encaminhados para outros locais, mas essa informação só deverá estar disponível a partir de hoje, quinta-feira, referiu ainda Cristina Gatões.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>com Lusa</strong></p>
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		<item>
		<title>Oito migrantes vindos do norte de África desembarcaram na praia de Monte Gordo</title>
		<link>https://folhadodomingo.pt/oito-migrantes-vindos-do-norte-de-africa-desembarcaram-na-praia-de-monte-gordo/</link>
				<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 18:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[imigração ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>

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				<description><![CDATA[Oito jovens foram hoje detidos por suspeitas de imigração ilegal depois de terem sido intercetados na praia de Monte Gordo, disse à Lusa fonte do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). As autoridades procederam durante a tarde a diligências para &#8220;apurar a nacionalidade e as idades&#8221; dos oito jovens &#8211; transportados para o comando local [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_71721" aria-describedby="caption-attachment-71721" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="wp-image-71721" src="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2019/12/Barco_migrantes_norte_africa.jpg?resize=660%2C440&#038;ssl=1" alt="" width="660" height="440" srcset="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2019/12/Barco_migrantes_norte_africa.jpg?w=787&amp;ssl=1 787w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2019/12/Barco_migrantes_norte_africa.jpg?resize=330%2C220&amp;ssl=1 330w, https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2019/12/Barco_migrantes_norte_africa.jpg?resize=495%2C330&amp;ssl=1 495w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-71721" class="wp-caption-text">Foto © Luís Forra/Lusa</figcaption></figure>
<p>Oito jovens foram hoje detidos por suspeitas de imigração ilegal depois de terem sido intercetados na praia de Monte Gordo, disse à Lusa fonte do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).</p>
<p>As autoridades procederam durante a tarde a diligências para &#8220;apurar a nacionalidade e as idades&#8221; dos oito jovens &#8211; transportados para o comando local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António -, que alegam ser marroquinos, mas que não possuem documentos.</p>
<p>Os jovens disseram ser provenientes da cidade de El Jadida, em Marrocos, e que estiveram durante cinco dias no mar até desembarcarem naquela praia.</p>
<p>Em declarações à Lusa, fonte da capitania local adiantou que os jovens foram intercetados &#8220;escondidos nas dunas&#8221; daquela praia, depois de um alerta de populares, não &#8220;aparentando requerer cuidados especiais&#8221; e dizendo apenas que tinham fome.</p>
<p>Cerca das 15:00, a Polícia Marítima colocou uma carrinha de transporte de passageiros junto à porta da garagem da capitania do porto de Vila Real de Santo António à guarda do SEF e, poucos minutos depois, os alegados migrantes, todos do sexo masculino e com idades entre os 16 e os 20 anos, entraram um a um no veículo, algemados com bridas de plástico, antes de seguirem sob escolta policial para destino não revelado pelas autoridades, constatou a agência Lusa no local.</p>
<p>A carrinha saiu escoltada por mais dois veículos, um na parte traseira, da Polícia Marítima, e outro na dianteira, pertencente ao SEF, que não esclareceu os jornalistas presentes no local sobre o destino dos oito migrantes.</p>
<p>Previamente, o capitão do porto de Vila Real de Santo António, Rui Vasconcelos de Andrade, disse aos jornalistas, à porta do comando local da Polícia Marítima, que o alerta foi dado às 10:10, por populares, “dando conta de um possível desembarque de migrantes ilegais” na praia de Monte Gordo.</p>
<p>A mesma fonte adiantou que os jovens chegaram à costa portuguesa “numa embarcação de pesca de boca aberta, com seis a sete metros” e fugiram depois para a zona das dunas, onde foram localizados pelos elementos da Polícia Marítima.</p>
<p>“Aparentavam estar em estado normal, tranquilo, e sem necessitar de grandes cuidados, e foram transportados para o Comando local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António para identificação”, afirmou Vasconcelos de Andrade, sublinhando que foi “providenciada alimentação e vestuário, com apoio da Câmara” da cidade algarvia.</p>
<p>A mesma fonte disse ainda que, pelo que foi possível perceber, os jovens “alegadamente não se queriam dirigir a Portugal e queriam deslocar-se para a costa sul de Espanha”, podendo ter a embarcação sido desviada para oeste.</p>
<p>A mesma fonte remeteu mais explicações para o SEF, que está a tentar confirmar a nacionalidade dos jovens e que já terá contactado familiares e recebido cópias de algumas identificações, que apontavam serem mesmo provenientes de Marrocos.</p>
<p>A situação processual dos jovens é de que estão “retidos para identificação” e vão ficar à guarda do SEF até este processo estar concluído.</p>
<p>As instalações do SEF mais próximas de Vila Real de Santo António estão no posto de fronteira entre Portugal e Espanha, de Castro Marim, junto à ponte internacional do Guadiana, e em Faro.</p>
<p>Em dezembro de 2007, as autoridades detetaram um grupo de 19 imigrantes alegadamente provenientes de Marrocos na ria Formosa, junto a Olhão, naquele que foi o primeiro incidente do género registado na costa portuguesa.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>com Lusa</strong></p>
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		<item>
		<title>Presidente da República cabo-verdiana juntou-se aos conterrâneos que celebraram 25 anos de presença no Algarve</title>
		<link>https://folhadodomingo.pt/presidente-da-republica-cabo-verdiana-juntou-se-aos-conterraneos-que-celebraram-25-anos-de-presenca-no-algarve/</link>
				<pubDate>Fri, 03 May 2019 10:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>

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				<description><![CDATA[A comunidade cabo-verdiana no Algarve assinalou 25 anos de comemoração do primeiro de maio, festejados sempre com um encontro de celebração da fé e da cultura, e que ontem contou até com a presença do presidente da República de Cabo Verde. Jorge Carlos Fonseca, assim como o embaixador de Cabo Verde, Eurico Monteiro, estiveram presentes [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/xxv-encontro-de-cabo-verdianos/Encontro_cabo_verdianos_2019-46.JPG?resize=660%2C440&#038;ssl=1" alt="Encontro_cabo_verdianos_2019-46" width="660" height="440"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>A comunidade cabo-verdiana no Algarve assinalou 25 anos de comemoração do primeiro de maio, festejados sempre com um encontro de celebração da fé e da cultura, e que ontem contou até com a presença do presidente da República de Cabo Verde.</p>
<p>Jorge Carlos Fonseca, assim como o embaixador de Cabo Verde, Eurico Monteiro, estiveram presentes no 25º Encontro de Cabo-verdianos que teve lugar, uma vez mais, em Loulé.</p>
<p>O ponto alto foi a eucaristia presidida no Santuário de Nossa Senhora da Piedade, popularmente evocada como Mãe Soberana, pelo vigário geral da Diocese do Algarve, o cónego Carlos César Chantre, também ele cabo-verdiano.</p>
<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/xxv-encontro-de-cabo-verdianos/Encontro_cabo_verdianos_2019-13.JPG?resize=660%2C440&#038;ssl=1" alt="Encontro_cabo_verdianos_2019-13" width="660" height="440"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>No final da eucaristia, concelebrada pelos padres da Congregação do Espírito Santo (espiritanos), Nuno Rodrigues e Paulinus Anyabuoke, o chefe de Estado cabo-verdiano realçou que a comunidade daquele país “tem o condão de fazer «pontes»”. “É um dia de «pontes» num tempo em que há quem teime em construir muros”, acrescentou, destacando que os seus conterrâneos são “gente humilde, pobre, que consegue o milagre de construir uma pátria, uma terra respeitada, credível”, “gente honesta, trabalhadora e que se integra com facilidade em qualquer tipo de contexto”.</p>
<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/xxv-encontro-de-cabo-verdianos/Encontro_cabo_verdianos_2019-39.JPG?resize=660%2C440&#038;ssl=1" alt="Encontro_cabo_verdianos_2019-39" width="660" height="440"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>O presidente da República cabo-verdiana, que no final da eucaristia distribuiu beijos e abraços, tirou fotografias e até dançou com os conterrâneos, considerou as palavras do cónego César Chantre na celebração “uma espécie de homenagem à diáspora cabo-verdiana”. O vigário geral da diocese algarvia evocou a “aventura dos cabo-verdianos, principalmente na década de 1970 em Portugal” e a vicissitude por que passaram na década de 1950/60 nas roças de São Tomé e Príncipe.</p>
<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/xxv-encontro-de-cabo-verdianos/Encontro_cabo_verdianos_2019-54.JPG?resize=660%2C440&#038;ssl=1" alt="Encontro_cabo_verdianos_2019-54" width="660" height="440"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>“Como é possível ilhas tão pobres produzirem um povo tão alegre e tão amante da sabedoria?”, interrogou, considerando esta “o segredo” daquele “povo aparentemente pobre”. “Porque será que Cabo Verde é tão respeitado no meio africano? Porque será que Cabo Verde é tão respeitado no mundo? É por ser pobre? Não. É por ser humanamente rico”, acrescentou.</p>
<p>Na comemoração do quarto de século daqueles encontros, o sacerdote lembrou que tudo começou um ano antes quando passou pela festa de batismo de um conterrâneo seu. “Apareci na festa e deram-me um pastel que me queimou a língua. Pois, foi a partir daquele pastel que me queimou a língua que nos começámos a encontrar e aqui estamos”, recordou na eucaristia em que se cantou “Sodade”, a canção imortalizada por Cesária Évora. O cónego César Chantre considerou que a música exprime o “grito da dor de um povo que sofreu e que sofre, mas ao mesmo tempo uma alegria interior muito grande de um povo que tem muita fé”. “É a nossa beleza”, rematou.</p>
<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/xxv-encontro-de-cabo-verdianos/Encontro_cabo_verdianos_2019-36.JPG?resize=660%2C440&#038;ssl=1" alt="Encontro_cabo_verdianos_2019-36" width="660" height="440"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>Presente esteve também o cantor Dino D’Santiago, natural de Quarteira, mas com raízes cabo-verdianas, a quem o sacerdote convidou a cantar no fim da celebração. “És a expressão do nosso povo que canta”, disse-lhe.</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Ffolhadodomingo%2Fvideos%2F742766026120918%2F&amp;show_text=0&amp;width=660" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" width="660" height="415" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O presidente da Câmara de Loulé manifestou a “alegria da comunidade louletana de ter o chefe de Estado de um país amigo” “para celebrar essa amizade que é não só uma amizade entre dois países”, mas “entre os povos do mundo”.</p>
<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/xxv-encontro-de-cabo-verdianos/Encontro_cabo_verdianos_2019-47.JPG?resize=660%2C440&#038;ssl=1" alt="Encontro_cabo_verdianos_2019-47" width="660" height="440"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>Vitor Aleixo convidou ainda os presentes para a inauguração da escultura da rotunda da Avenida Laginha Serafim, perto da escola secundária, da autoria do escultor Paulo Neves e intitulada “Ponto de Encontro” em homenagem aos “povos que se querem amigos e celebram o seu entendimento e humanismo”.</p>
<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/xxv-encontro-de-cabo-verdianos/Encontro_cabo_verdianos_2019-66.JPG?resize=660%2C440&#038;ssl=1" alt="Encontro_cabo_verdianos_2019-66" width="660" height="440"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>Já no local da inauguração, o autarca lembrou que a comunidade cabo-verdiana “já tem mais de meio século de presença” naquele concelho. “Os primeiros cabo-verdianos fixaram-se aqui aquando da construção da fábrica de cimento da Cimpor”, lembrou, acrescentando que “desde então esta comunidade não parou de aumentar, dando um contributo ativo para o desenvolvimento económico, social e cultural” daquela terra.</p>
<p>“Trabalhadores anónimos do setor da restauração, da hotelaria, da construção civil, grandes nomes da música e da cultura como Dino D’ Santiago ou Sara Tavares, ou mesmo figuras incontornáveis da comunidade católica – e não só do concelho, mas também de toda a região do Algarve como o senhor padre Carlos César Chantre – são exemplos da preciosa participação da comunidade cabo-verdiana na vida e funcionamento do concelho, da sua inserção e da sua cooperação para o reconhecimento nacional e internacional deste grande município de Portugal que é Loulé”, prosseguiu.</p>
<p>Em dia de festa de enaltecimento das comunidades migrantes residentes em Loulé, Vitor Aleixo explicou que a escultura de pedra integra elementos de aço lacado que “representam os povos dos vários continentes”, evocam “a diversidade de povos e culturas que o concelho de Loulé acolhe e que refletem uma sociedade humanista e integradora, marcada pelos valores da tolerância e do respeito pelo outro, independentemente da cultura, etnia, cor, credo ou religião”.</p>
<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/xxv-encontro-de-cabo-verdianos/Encontro_cabo_verdianos_2019-72.JPG?resize=660%2C440&#038;ssl=1" alt="Encontro_cabo_verdianos_2019-726" width="660" height="440"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>O presidente Jorge Carlos Fonseca considerou a escultura “carregada de simbolismo” relevante da “ideia da unidade na diferença” e da “sã convivência de diferentes mas iguais”. O chefe de Estado realçou que as comunidades cabo-verdianas “dão uma contribuição quase indizível” “para um país pequeno como Cabo Verde”. “Criam uma saborosa ilusão de que afinal somos grandes. São os cabo-verdianos da diáspora que nos tornam um país de corpo pequeno, mas de uma alma quase gigantesca”, sustentou.</p>
<p>Depois da inauguração seguiu-se o habitual almoço-convívio que teve lugar no salão de festas da Câmara Municipal.</p>
 [<a href="https://folhadodomingo.pt/presidente-da-republica-cabo-verdiana-juntou-se-aos-conterraneos-que-celebraram-25-anos-de-presenca-no-algarve/">See image gallery at folhadodomingo.pt</a>] 
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		<title>Encontro dos Povos Migrantes em Loulé juntou este ano cristãos e muçulmanos como “irmãos”</title>
		<link>https://folhadodomingo.pt/encontro-dos-povos-migrantes-em-loule-juntou-este-ano-cristaos-e-muculmanos-como-irmaos/</link>
				<pubDate>Tue, 25 Sep 2018 14:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo interreligioso]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>

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				<description><![CDATA[O Encontro dos Povos Migrantes, que reúne anualmente imigrantes no Algarve para celebrarem a mesma fé cristã, contou este ano pela primeira vez com alguns muçulmanos que se quiseram associar à iniciativa. Oriundos da Argélia e de Marrocos, no norte de África, aqueles participantes, que fizeram questão de estar presentes no 18º Encontro dos Povos [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/encontro-dos-povos-migrantes-2018/Encontro_povos_migrantes_2018-19.JPG?resize=660%2C441&#038;ssl=1" alt="Encontro_povos_migrantes_2018 (19)" width="660" height="441"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>O Encontro dos Povos Migrantes, que reúne anualmente imigrantes no Algarve para celebrarem a mesma fé cristã, contou este ano pela primeira vez com alguns muçulmanos que se quiseram associar à iniciativa.</p>
<figure style="width: 441px" class="wp-caption alignleft"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/encontro-dos-povos-migrantes-2018/Encontro_povos_migrantes_2018-3.JPG?resize=441%2C660&#038;ssl=1" alt="Encontro_povos_migrantes_2018 (3)" width="441" height="660"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>Oriundos da Argélia e de Marrocos, no norte de África, aqueles participantes, que fizeram questão de estar presentes no 18º Encontro dos Povos Migrantes que teve lugar em Loulé, começaram por participar na eucaristia que decorreu no Santuário de Nossa Senhora da Piedade, popularmente conhecida como Mãe Soberana.</p>
<p>“Estamos aqui como povo migrante a expressar a nossa fé e a nossa alegria porque acreditamos que Deus, o nosso Pai, nos deu o seu filho Jesus para nos ensinar a sermos mais amigos e mais irmãos”, começou por referir a organizadora do encontro, promovido por representantes das comunidades de imigrantes dos concelhos de Faro e Loulé.</p>
<figure style="width: 441px" class="wp-caption alignright"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/encontro-dos-povos-migrantes-2018/Encontro_povos_migrantes_2018-4.JPG?resize=441%2C660&#038;ssl=1" alt="Encontro_povos_migrantes_2018 (4)" width="441" height="660"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>“Nesta eucaristia vamos celebrar tudo o que é motivo de alegria para nós e vamos também agradecer ao Senhor por todas as pessoas de Portugal pelo acolhimento que nos têm dado”, prosseguiu Filomena Varela Semedo, que lembrou também o falecido padre Júlio Tropa Mendes, antigo responsável pelo Setor das Migrações e Comunidades Étnicas da Diocese do Algarve, “pelo trabalho começado a favor dos povos imigrantes”.</p>
<p>A eucaristia, presidida pelo pároco de Loulé, teve início com a entronização na igreja com as bandeiras dos diferentes países representados que integraram o cortejo. Angola, Argélia, Argentina, Bélgica, Brasil, Cabo Verde, França, Inglaterra, Marrocos, Moçambique, Portugal, República Dominicana, Roménia, São Tomé, Ucrânia e Venezuela eram as nacionalidades presentes.</p>
<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/encontro-dos-povos-migrantes-2018/Encontro_povos_migrantes_2018-20.JPG?resize=660%2C441&#038;ssl=1" alt="Encontro_povos_migrantes_2018 (20)" width="660" height="441"  data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo</figcaption></figure>
<p>“Somos aqui nesta manhã, nesta casa de família em reunião, a expressão de muito povos, mas que formam na fé uma única família: a Igreja. Muito rostos, muitas vozes, mas para percebermos profundamente que a unidade e comunhão a que somos chamados é a diversidade e que o caminho na Igreja é sempre o caminho do homem, dos povos”, começou por afirmar o padre Carlos de Aquino, lembrando que “Deus fala em muitas línguas, mas fala sobretudo com o coração humano”.</p>
<p>“Gente que tem rosto, que tem voz e somos aqui expressão de todos esses rostos e de todas essas vozes e agora unimos, tudo numa única voz, para louvar e cantar o Senhor pelo dom da vida e de tanto bem que derrama sobre nós, constituindo-nos também edificadores de um mundo mais justo, belo e verdadeiro”, continuou o sacerdote.</p>
<p>“A beleza desta assembleia é o facto de, reunidos nesta casa, nos sentirmos verdadeiramente filhos, sabermos que a nossa vida não está suspensa, tem fonte e tem sentido. Aqui somos verdadeiramente irmãos. E isso dá beleza profunda à nossa vida, independentemente de onde vimos, do que realizamos”, prosseguiu.</p>
<p>O pároco de Loulé exortou assim à construção de “um mundo melhor”, “que começa pela disponibilidade interior de cada um de se colocar ao serviço dos outros”.</p>
<p>O padre Carlos de Aquino lembrou que Jesus era “ele próprio refugiado, migrante, não tendo casa permanente, tendo uma vida profundamente instável”.</p>
<p>O sacerdote deixou ainda um desafio aos presentes. “Se queremos ser profundamente felizes e livres, sejamos audazes no amor, no serviço, não tenhamos vergonha de ser justos e autênticos. Não tenhamos vergonha nem medo de sermos simples, autênticos, verdadeiros, de darmos a vida, porque só isso é medida para uma vida plenamente feliz. E se assim fizermos uns com os outros, o mundo será uma casa comum, não haverá barreiras de linguagens, nem de culturas, porque não nos olharemos com indiferença, mas como aprendemos aqui na casa: a sermos irmãos, a sermos filhos, a descobrir que a vida não está suspensa e nós somos os construtores desta vida. Deus pede-nos que sejamos edificadores de uma vida boa, de um mundo melhor”, afirmou.</p>
<p>Após a eucaristia, animada pelos cânticos típicos de cada país, seguiu-se o almoço no salão de festas de Loulé com diversos sabores gastronómicos partilhados pelos participantes.</p>
<p>Em declarações ao <strong>Folha do Domingo</strong>, o padre Carlos de Aquino contou que os muçulmanos presentes consideraram a participação no encontro “uma experiência única” na sua vida.</p>
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		<item>
		<title>Imigrantes no Algarve voltam a reunir-se em Loulé para celebrar a mesma fé</title>
		<link>https://folhadodomingo.pt/imigrantes-no-algarve-voltam-a-reunir-se-em-loule-para-celebrar-a-mesma-fe/</link>
				<pubDate>Tue, 18 Sep 2018 15:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>

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				<description><![CDATA[Realiza-se no próximo domingo, 23 de setembro, em Loulé, o 18º Encontro dos Povos Migrantes. Promovida por representantes das comunidades de imigrantes dos concelhos de Faro e Loulé, a iniciativa terá início com a celebração da eucaristia no Santuário de Nossa Senhora da Piedade (popolarmente conhecida como Mãe Soberana), pelas 11h00, após a entronização do [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-62948" src="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2018/09/Festa_povos_migrantes.jpg?resize=660%2C442&#038;ssl=1" alt="" width="660" height="442" srcset="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2018/09/Festa_povos_migrantes.jpg?w=660&amp;ssl=1 660w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2018/09/Festa_povos_migrantes.jpg?resize=330%2C221&amp;ssl=1 330w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2018/09/Festa_povos_migrantes.jpg?resize=493%2C330&amp;ssl=1 493w, https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2018/09/Festa_povos_migrantes.jpg?resize=110%2C75&amp;ssl=1 110w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" data-recalc-dims="1" />Realiza-se no próximo domingo, 23 de setembro, em Loulé, o 18º Encontro dos Povos Migrantes.</p>
<p>Promovida por representantes das comunidades de imigrantes dos concelhos de Faro e Loulé, a iniciativa terá início com a celebração da eucaristia no Santuário de Nossa Senhora da Piedade (popolarmente conhecida como Mãe Soberana), pelas 11h00, após a entronização do cortejo com as bandeiras dos diferentes países representados.</p>
<p>À eucaristia seguir-se-á o almoço com diversos sabores gastronómicos partilhados pelos participantes.</p>
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		<item>
		<title>SEF deteve no Algarve duas pessoas e detetou 154 estrangeiros em situação irregular</title>
		<link>https://folhadodomingo.pt/sef-deteve-no-algarve-duas-pessoas-e-detetou-154-estrangeiros-em-situacao-irregular/</link>
				<pubDate>Mon, 11 Jun 2018 11:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[imigração ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço de Estrangeiros e Fronteiras]]></category>

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				<description><![CDATA[O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deteve duas pessoas e detetou 154 cidadãos estrangeiros em situação irregular durante ações de fiscalização a explorações agrícolas em Tavira e em Faro, foi anunciado na sexta-feira. Na operação em Faro, realizada na passada quarta-feira, foi detida uma pessoa por permanência ilegal em Portugal e 47 cidadãos estrangeiros [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_21693" aria-describedby="caption-attachment-21693" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img width="660" height="416" class="size-full wp-image-21693" alt="" src="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2014/09/Sef_logo.jpg?resize=660%2C416&#038;ssl=1" srcset="https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2014/09/Sef_logo.jpg?w=660&amp;ssl=1 660w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2014/09/Sef_logo.jpg?resize=330%2C208&amp;ssl=1 330w, https://i0.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/uploads/sites/2/2014/09/Sef_logo.jpg?resize=600%2C378&amp;ssl=1 600w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" data-recalc-dims="1" /><figcaption id="caption-attachment-21693" class="wp-caption-text">Foto © Inácio Rosa/Lusa</figcaption></figure>
<p>O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deteve duas pessoas e detetou 154 cidadãos estrangeiros em situação irregular durante ações de fiscalização a explorações agrícolas em Tavira e em Faro, foi anunciado na sexta-feira.</p>
<p>Na operação em Faro, realizada na passada quarta-feira, foi detida uma pessoa por permanência ilegal em Portugal e 47 cidadãos estrangeiros foram detetados em situação irregular, dos quais 20 foram notificados para abandonarem voluntariamente o país, informou o SEF em comunicado.</p>
<p>Numa outra fiscalização, realizada na quinta-feira, em Tavira, o SEF deteve uma pessoa por permanência ilegal em território português, e identificou 107 estrangeiros em situação irregular, dos quais 12 foram notificados para abandonarem o país.</p>
<p>Durante as operações foram ainda instaurados seis autos de contraordenação.</p>
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		<title>Imigrantes voltaram a reunir-se em Loulé para celebrar a mesma fé</title>
		<link>https://folhadodomingo.pt/imigrantes-voltaram-a-reunir-se-em-loule-para-celebrar-a-mesma-fe1/</link>
				<pubDate>Mon, 11 Sep 2017 18:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>

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				<description><![CDATA[Realizou-se ontem em Loulé o 17º Encontro dos Povos Migrantes sob o tema “Missão: com Maria, na Esperança e na Alegria”. Promovida por representantes das comunidades de imigrantes dos concelhos de Faro e Loulé, a iniciativa teve início com a celebração da eucaristia presidida pelo padre Carlos de Aquino, pároco de Loulé, após a entronização [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img width="660" height="442" class="ngg-singlepic ngg-center" alt="Festa_povos_migrantes_2017 (2)" src="https://i2.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/encontro-povos-migrantes-2017/Festa_povos_migrantes_2017-2.JPG?resize=660%2C442&#038;ssl=1" data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça</figcaption></figure>
<p>Realizou-se ontem em Loulé o 17º Encontro dos Povos Migrantes sob o tema “Missão: com Maria, na Esperança e na Alegria”.</p>
<p>Promovida por representantes das comunidades de imigrantes dos concelhos de Faro e Loulé, a iniciativa teve início com a celebração da eucaristia presidida pelo padre Carlos de Aquino, pároco de Loulé, após a entronização na igreja matriz do cortejo com as bandeiras dos diferentes países representados.</p>
<figure style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img width="660" height="442" class="ngg-singlepic ngg-center" alt="Festa_povos_migrantes_2017 (5)" src="https://i1.wp.com/folhadodomingo.pt/wp-content/blogs.dir/2/files/encontro-povos-migrantes-2017/Festa_povos_migrantes_2017-5.JPG?resize=660%2C442&#038;ssl=1" data-recalc-dims="1"><figcaption class="wp-caption-text">Foto © Samuel Mendonça</figcaption></figure>
<p>O sacerdote desafiou os muitos participantes a serem “sentinelas com o coração de profetas”. “Assim se constrói a liberdade e a fraternidade, quando cada um é sentinela do seu irmão”, sustentou, pedindo a todos para não se olharem “como estranhos, como «pedras» de tropeço uns dos outros”, mas como “verdadeiros irmãos porque todos filhos amados de Deus”.</p>
<p>Após a eucaristia, animada pelos cânticos típicos de cada país, seguiu o almoço no salão de festas de Loulé com diversos sabores gastronómicos partilhados pelos participantes.</p>
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