Cinquenta e cinco adultos receberam nas paróquias algarvias os sacramentos da iniciação cristã

Samuel Mendonça
29 de Março de 2016

Igreja

29 de Março de 2016

Vigilia (65)

Foto © Samuel Mendonça

Cinquenta e cinco adultos receberam em todas as paróquias algarvias os sacramentos da iniciação cristã (batismo, crisma e comunhão) na noite de Sábado Santo para Domingo de Páscoa.

Na Vigília Pascal na catedral de Faro, a que presidiu, o bispo do Algarve batizou, crismou e deu a primeira comunhão a quatro deles, provenientes da paróquia anfitriã da Sé, destacando naquela celebração a união aos restantes adultos, eleitos no segundo domingo da Quaresma.

Na missa do Domingo de Páscoa, D. Manuel Quintas destacou a “procura crescente da parte de muitos adultos que pedem para ser batizados”. “É, de facto, expressão desta procura de algo para preencher a própria vida e de encontrar na pessoa de Cristo, no evangelho e na Igreja, resposta para essa procura”, afirmou.

Na Vigília Pascal, o prelado já tinha sublinhado a “caminhada de descoberta da pessoa de Cristo e do evangelho” que os catecúmenos, agora neófitos (recém-batizados), foram fazendo ao longo da Quaresma com os escrutínios. “Aqui estão hoje para se inserirem plenamente, através dos sacramentos da iniciação cristã, naquela que é a sua nova família que somos nós, que é a Igreja”, afirmou.

O bispo do Algarve considerou que “esta procura do aprofundamento da fé da parte de tantos leigos é sugestiva”, precisamente, como “resposta aos apelos” que vêm deste Ano da Misericórdia, lembrando ainda o Curso Básico de Teologia, iniciado em outubro do ano passado. “Iniciámos também, em outubro passado, um curso básico de Teologia de três anos. Foi com muito agrado que verificámos que mais de cem leigos se inscreveram nesse curso. E depois de seis meses verificámos que foram poucos aqueles que desistiram e sabemos com que sacrifício tantos estão a frequentar este curso”, afirmou sobre a formação que ocorre semanalmente à segunda-feira. “Uma noite por semana. Pode parecer pouco mas é muito para quem trabalha”, sustentou.

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