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O elenco destas mortes refere-se não só aos missionários “ad gentes”, mas a todo o pessoal eclesiástico que faleceu de forma violenta ou que sacrificou a sua vida consciente do risco que corria.

As 37 mortes ocorridas em 2009 referem-se a 30 sacerdotes, duas religiosas, dois seminaristas e três voluntários, leigos.

Esta Quarta-feira, 30 de Dezembro, a Fides publicará um elenco com notas biográficas, informações sobre a circunstância das mortes e uma panorâmica por continentes.

Os números da Agência mostram que desde 1980 morreram 949 missionários, com destaque para as vítimas provocadas pelo genocídio do Ruanda, em 1994. Desde 2001 houve já 220 mortes registadas pela agência do Vaticano.

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