O bispo do Algarve visitou ontem ao final da tarde as irmãs Missionárias da Caridade em Faro e as pessoas que elas acolhem no seu lar.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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D. Vitorino Soares foi convidado por aquelas religiosas, popularmente conhecidas como irmãs de Teresa de Calcutá, a presidir ontem à celebração com adoração ao Santíssimo Sacramento na capela do Sagrado Coração de Maria.

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O bispo diocesano aproveitou, no final da celebração, para visitar as instalações daquela congregação religiosa, anexas àquela capela e as pessoas que elas acolhem. Os utentes da casa das Missionárias da Caridade são sobretudo pessoas bastante carenciadas que não têm quem tome conta delas.

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A ocasião foi aproveitada pelas irmãs para explicarem a história daquele edifício que fez parte da antiga Quinta de Santo António do Alto que integrava o edifício do Palácio Fialho, construído entre 1915 e 1925, onde funciona o Colégio de Nossa Senhora do Alto.

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As consagradas referiram ainda que contam com alguns voluntários que colaboram no apoio aos utentes da sua casa, entre eles os seminaristas do Seminário de São José que vão à quarta-feira prestar o seu contributo.

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No final da oração na capela, o bispo do Algarve considerou que aquela “causa tem rosto nalguns, mas é uma causa de todos”. “Não importa o rosto. Importa é o serviço”, realçou, desafiando os participantes a “ver no rosto da cada um o próprio rosto de Jesus, sobretudo naqueles que mais necessitam”.

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“Sabemos pelas obras de misericórdia que são os pobres, os misericordiosos, os simples, os injustiçados e os pacíficos num mundo tão grande onde Jesus continua vivo e quer que estejamos também presentes. Unidos a eles, estamos unidos a Jesus Cristo”, sustentou D. Vitorino Soares.

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