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Aquele responsável falava, à noite, no âmbito da palestra promovida por aquela associação com o presidente do Banco Português de Investimento (BPI) no Seminário de Faro.

Paulo Lopes lembrava que não se pode ser cristão apenas durante a missa e depois da celebração ser-se empresário. “Tem de haver uma consonância entre aquilo em que acreditamos, as opções que fazemos no dia-a-dia e as decisões que assumimos”, afirmou.

Aquele membro do núcleo algarvio da ACEGE chamava ainda a atenção dos cerca de 50 empresários e gestores presentes para o cumprimento de um mandato divino. “Todos nós, enquanto empresários cristãos, com mais ou menos consciência disto, fomos chamados por Deus para cumprimos uma missão e temos um papel a desempenhar. Para isso, Ele pensou em tudo e dotou-nos de dons e talentos para correspondermos àquilo que nos incumbiu de fazer”, explicou, acrescentando: “é este chamamento que Deus nos faz que, nos dias que correm, de crise, é importante ter presente nas decisões, comportamentos e mensagens que vamos passando no dia-a-dia das nossas empresas”.

Samuel Mendonça
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