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“Mesmo nesta internacionalização é preciso que as empresas se ajudem umas às outras a crescer e a ganhar mercados. Se uma empresa consegue entrar num mercado novo pode ir «puxando» as outras porque não há dúvida que isto não vai lá sozinho”, disse aquele responsável que falava no jantar-palestra com o fundador da YDreams que teve lugar no Hotel Faro, promovido pelo núcleo do Algarve da ACEGE.

Líbano Monteiro defendeu a necessidade do líder empresarial assumir o seu papel, tal como o assumiu o mestre da embarcação naufragada, e de os empresários se ajudarem uns aos outros como o fizeram os pescadores. “Vamos ter de ser corajosos”, advertiu ainda aquele membro da ACEGE. “A ACEGE também tem de ser um espaço onde nos sintamos reconfortados e aquecidos uns pelos outros. Vão ser tempos difíceis e temos de nos aquecer uns aos outros para poder crescer e potenciar a nossa ação”, afirmou, aludindo ao comportamento dos homens que estiveram à deriva durante 57 horas numa balsa.

Líbano Monteiro anunciou ainda um congresso da ACEGE, a realizar em Maio ou Junho, por ocasião do seu 60º aniversário, sobre o tema “O amor ao próximo como critério de gestão”. O empresário sublinhou que aquele deverá ser um “critério operativo”. “No fundo, é perceber como é que, numa empresa e na gestão que vamos fazer, sempre numa lógica de maior competitividade, nos conseguimos pôr no lugar do outro”, explicou.

Samuel Mendonça

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