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O presidente da Câmara de Faro criticara quinta feira a exclusão do Algarve e de Lisboa daquele programa alegadamente por serem regiões em “phasing-out”, ou seja, com um nível de vida acima da média da União Europeia.

Macário Correia afirmou à Lusa tratar-se de uma “injustiça” e de “discriminação negativa” perante os jovens que “não têm culpa do local onde nasceram” e apelou mesmo ao Governo para que encontrasse soluções.

Contudo, fonte do ministério da Presidência diz que os municípios de Lisboa e Vale do Tejo e do Algarve “também vão ter acesso aos estágios” realizados ao abrigo do PEPAL.

De acordo com a mesma fonte, está previsto que se inicie na próxima semana “o procedimento de pré consulta” junto dos municípios localizados nestas regiões.

O PEPAL visa possibilitar uma experiência profissional a 1.045 jovens, durante um ano, em câmaras municipais, juntas de freguesias e associações de municípios.

A 3ª edição do programa, financiado por fundos comunitários, colocou 915 estagiários em câmaras municipais, 94 em juntas de freguesia e 36 em associações de municípios.

Os estagiários licenciados vão receber uma bolsa correspondente a dois salários mínimos (atualmente o Salário Mínimo Nacional é de 450 euros).

Os estagiários de formação técnico profissional recebem uma bolsa correspondente a um salário mínimo e meio.

Lusa

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