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Em causa está a suspensão da utilização de água da rede pública no "campus", depois de terem sido detetados micro invertebrados, amebas e fungos na água ali distribuída pelos próprios investigadores da Universidade do Algarve.

Reconhecendo que os níveis de concentração de cloro na água não tinham os parâmetros aconselhados, a Fagar corrigiu a situação e neste momento o cloro está num nível normal, impossibilitando a presença der matéria orgânica na água, diz a administração da empresa.

Segundo disse à Lusa David Santos, da administração da Fagar, os resultados das análises efetuadas à qualidade da água efetuados pela Administração Regional de Saúde do Algarve recebidos hoje às 16:00 indicam que os parâmetros de cloro estão no nível exigido.

A ARS/Algarve fez hoje colheitas no “campus” de Gambelas, Hospital Particular do Algarve, situado junto à universidade e a uma escola do Montenegro, sendo que em todos os locais os resultados respeitam os parâmetros.

“A água está em condições de ser usada para qualquer fim”, garantiu à Lusa David Santos, acrescentando não haver qualquer problema com a presença de coliformes na água distribuída pela rede pública naquele local.

A zona onde está implantado o “campus” da Universidade do Algarve coincide com um dos extremos da rede pública, pelo que apenas aquela área terá sido afetada pela situação, concluiu David Santos.

Lusa

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