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A AdP está a apresentar o processo a autarcas por todo o país com o objetivo de harmonizar os preços (a pagar pelos municípios) em todo o país, a partir de 2014.

A agregação dos sistemas multimunicipais é justificada com a necessidade de dar "sustentabilidade" ao setor, tornando-o mais "justo e equilibrado", e cumprindo ao mesmo tempo recomendações do Tribunal de Contas e da ‘troika’.

Assim, a Águas do Sul vai reunir a Águas Públicas do Alentejo e Águas do Algarve e as tarifas unificadas ainda não estão fechadas.

A Águas do Norte vai juntar os sistemas SIMDOURO, Águas do Douro e Paiva, Águas do Noroeste e Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Outras empresas, a Águas do Centro Litoral, vai juntar a SIMLIS, Águas do Mondego e SIMRIA, com tarifas de convergência de 48 e 61 cêntimos respetivamente.

Mas a maior fusão deverá abranger 99 municípios numa nova entidade designada Águas de Lisboa e Vale do Tejo e foi apresentada pela primeira vez na quarta-feira, na Guarda, aos autarcas abrangidos pela Águas do Zêzere e Côa (AdZC).

De acordo com a apresentação, a nova empresa vai juntar a EPAL à Águas do Centro, Águas do Oeste, SIMTEJO, SANEST, SIMARSUL, Águas do Norte Alentejano, Águas do Centro Alentejo e a AdZC.

Lusa
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