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A associação apela aos potenciais consumidores daquele tipo de mercado que confirmem junto das autarquias se o alojamento oferecido se encontra devidamente registado, já que as câmaras municipais estão obrigadas a prestar informação atualizada sobre as habitações que ali forem legalmente inscritas a quem o solicite, seja “online”, seja através dos serviços de atendimento.

Elidérico Viegas termina dizendo que é “forma de concorrência desleal com a oferta legalizada – por um lado porque não paga impostos, por outro porque não satisfaz os requisitos mínimos de segurança e outros”, que “provoca enormes prejuízos, quer às unidades hoteleiras e aos empreendimentos turísticos, quer à boa imagem da maior região turística portuguesa”.

A AHETA solicitou, ainda, às entidades competentes que empreendam medidas de fiscalização “mais ativas, firmes e empenhadas” para esbater a exploração turística ilegal no Algarve.

Rúben Oliveira com Lusa
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