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O presidente da Câmara, Desidério Silva, explicou à Lusa que o plano "é o resultado de um trabalho iniciado em 2006 e que tem como principal virtude congregar todas as forças e instituições da cidade para que, num contexto de emergência, todos saibam o que fazer".

O autarca frisou que o plano contém instruções com as principais medidas a adotar para proteger a população em caso de catástrofe e conta com a colaboração da GNR, da PSP, da Polícia Municipal, da Polícia Marítima, das escolas do concelho e dos responsáveis pelos equipamentos públicos.

"Este plano permite que cada um saiba o que tem que fazer, para evitar situações de confusão na resposta a dar à população", sublinhou.

Outro dos pontos do plano, segundo o autarca, prende-se com a informação aos habitantes, que será em breve divulgada sobre os procedimentos a tomar em caso de catástrofe ou situação de emergência e caso o presidente da câmara acione o Plano Municipal de Emergência.

"Todos os cidadãos devem ter acesso à informação, mas também a responsabilidade de estarem informados sobre como atuar em caso de emergência", afirmou.

Por isso, a informação constante no plano vai ser divulgada para que chegue ao maior número de pessoas possível, acrescentou.

Além do Plano Municipal de Emergência, foi ainda apresentado o Estudo de Risco Sísmico para o concelho, que aponta para um elevado risco, por se encontrar, à semelhança de todo o Algarve, numa zona suscetível de sofrer um tremor de terra.

"Sabemos que Albufeira e o todo o litoral do Algarve estão numa zona sísmica e o objetivo desta apresentação foi também alertar para esta situação", afirmou o autarca.

Lusa
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