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Algarve tem acolhido Oficinas de Oração e Vida

Mário e Vitória Arenga, guias das Oficinas de Oração e Vida no Algarve
Mário e Vitória Arenga, guias das Oficinas de Oração e Vida no Algarve

Ao longo deste ano pastoral 2013/2014 têm sido promovidas diversas Oficinas de Oração e Vida (TOV) no Algarve.

Aquela Associação Internacional de Fiéis Leigos de Direito Pontifício, aprovada pelo Papa João Paulo II a 4 de outubro de 1997, realizou em março um retiro que teve lugar no Centro Pastoral e Social da Diocese do Algarve, em Ferragudo, assim como duas TOV na paróquia matriz de Portimão e outra na igreja de São Francisco, em Faro, que contou com 23 participantes.

As TOV, fundadas em 1984 pelo frei Ignacio Larrañaga, sacerdote franciscano capuchinho, são um serviço dentro da Igreja Católica que ensina um método prático, em 15 sessões (uma por semana) para aprender a orar e a viver cristãmente.

O retiro, intitulado “Transfiguração” e baseado no livro com o mesmo nome do frei Ignacio Larrañaga, foi orientado por um casal de guias da coordenação de Lisboa das TOV e pioneiros da sua aplicação em Portugal.

Presentemente estão a decorrer mais três TOV em Portimão, Albufeira e Fuseta, assim como sessões de perseverança destinadas a todos aqueles que já frequentaram esta atividade.

Os guias (orientadores) dos encontros na igreja de São Francisco testemunham que, semana após semana, os participantes ganharam “entusiasmo” e perceberam a “importância” e a “grande virtude” da mensagem de frei Ignacio Larrañaga. “É uma mensagem simples mas muito objetiva e extremamente importante para todos os que querem aprofundar os segredos da fé”, explicam ao Folha do Domingo Vitória e Mário Arenga.

Aqueles responsáveis acrescentam que as TOV, orientadas no Algarve por mais quatro guias, são constituídas por diferentes etapas, com destaque para a sessão denominada “Abandono” em que é feita uma reflexão. A 15ª sessão, que encerra o ciclo, denominada “Deserto”, é o momento mais alto por excelência, de maior avaliação, balanço e partilha. “Não podemos deixar de referir o entusiasmo contagiante e a muita dedicação que os guias colocam no desenrolar de cada sessão e em cada TOV, a tal ponto que todos os que têm a felicidade de cumprir esta caminhada jamais a esquecem e, as duas horas de duração de cada sessão, parecem minutos, pequenos minutos, onde frei Ignacio Larrañaga transmite, pela sua voz, pausada e atrativa, a importante mensagem e o ensinamento que esta associação tem para oferecer a quem a descobre”, referem.

As TOV, que hoje existem em mais de 60 países do mundo, chegaram a Portugal há mais de 25 anos e estão presentes em todas as dioceses do país.

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