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O pai e dois irmãos, cuja identidade ainda não foi revelada, estão “profundamente abalados”, como explicou à Lusa fonte espanhola.

A mesma fonte explicou que os três portugueses apenas conseguiram trazer consigo uma mala pequena, com alguns bens pessoas, tendo o pai conseguido salvar o seu passaporte português.

Os três portugueses foram acompanhados por um elemento do serviço consular em Madrid que prestou todos os apoios necessários.

Oriundos do Algarve, os três portugueses são um exemplo dos problemas que muitas famílias sentiram e ainda sentem, em Port-Au-Prince, tendo estado separados durante três dias, sem saberem do paradeiro uns dos outros, e temendo o pior.

O pai e um dos irmãos conseguiram contactar com elementos da Cooperação Espanhola no Haiti a quem explicaram que o outro rapaz estava desaparecido.

O jovem foi localizado por pessoal da embaixada espanhola, depois de conhecimento que a namorada do rapaz trabalhava como médica num hospital da cidade.

Os três encontraram-se depois num local estabelecido para a repatriação dos espanhóis, situado na base das forças uruguaias da Missão de Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH).

Após o encontro, os três embarcaram no voo fretado pela Agência de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID) espanhola para repatriar os primeiros cidadãos espanhóis.

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