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Acrescentou, ainda, que “outra boa notícia” seria “a retoma dos trabalhos de requalificação da Estrada Nacional (EN) 125”, paradas há 3 meses devido a problemas de financiamento por parte dos empreiteiros.

Quanto ao previsto desconto para residentes a partir de outubro, Macário Correia acentuou que “o desconto ideal era não haver portagens enquanto a EN125 não estivesse requalificada”, sublinhando que essa seria “a atitude correta” desde sempre defendida pela AMAL.

Já para a Comissão de Utentes da Via do Infante, o alargamento das isenções parciais é “ilegal, porque as isenções discriminam, por exemplo, os espanhóis, mas também os portugueses de outras regiões, como o Alentejo ou Lisboa, que não podem beneficiar delas”.

“Isto não resolve o problema e o Governo mantém a mesma política, que tem tido consequências catastróficas para o Algarve e para a sua população”, afirmou João Vasconcelos, dirigente da Comissão de Utentes.

Criticou, ainda, o Governo e o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, por “ter prometido” um estudo de impacto social e económico da introdução de portagens e este “ainda não ter sido feito”: “Este estudo foi pedido pela Comissão de Utentes e outras organizações e o Governo ainda não fez esse trabalho, que iria demonstrar a situação calamitosa do Algarve devido à introdução das portagens na Via do Infante”.

Rúben Oliveira com Lusa
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