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O projeto turístico em causa, localizado no concelho de Silves nas zonas limítrofes da Lagoa dos Salgados, é da responsabilidade da empresa Galilei, e prevê uma capacidade de alojamento de quatro mil camas com a construção de três hotéis de quatro e cinco estrelas, dois aldeamentos turísticos e um campo de golfe de 18 buracos.

Os ativistas asseguraram que este é um “habitat único para pássaros, vital para o usufruto de gerações futuras”.

No seu entender, o projeto aprovado pelo Governo vai fazer com que um “espaço vital para a vida selvagem ficará perdido para sempre”.

“Qualquer desenvolvimento a ter lugar na área ter um impacto absolutamente pernicioso na vida selvagem que dele usufrui”, afirmaram os ativistas, numa petição que está a circular para que a questão seja debatida no Parlamento.

“O Algarve não precisa de mais hotéis, campos de golfe ou alojamento de férias – cujo nível de ocupação anda atualmente pelos 55%. Aquilo de que realmente precisa é que sejam apreciados os seus habitats únicos e a vida selvagem que deles depende”, lê-se na petição, que já foi assinada por 20.649 pessoas.

Redação com Lusa

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