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A proibição teve início há cerca de dois meses, altura em que a presença de toxinas nos bivalves obrigou à primeira interdição, que depois se foi gradualmente estendendo de Leste (Vila Real de Santo António) para Oeste (Lagos) da região.

A interdição em zonas específicas do litoral e também em áreas não oceânicas como a Ria Formosa tem vindo a ser gradualmente levantada pelo IPIMAR.

De acordo com nota enviada hoje pelo Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (IPIMAR), os resultados negativos obtidos nas análises de biotoxinas em bivalves permitiu o levantamento da interdição em mais zonas.

Assim, está autorizada a captura para consumo humano de todas as espécies de bivalves provenientes das zonas de produção no litoral Portimão/Lagos, no litoral Faro/Olhão e no litoral Vila Real de Santo António/Tavira.

Exceptua-se a apanha de mexilhão em toda a Ria de Alvor, situada entre Portimão e Lagos, sublinha o IPIMAR.

A interdição está relacionada com a presença de microalgas produtoras de biotoxinas que provocam efeitos diarreicos ao Homem.

Lusa

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