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O vigário episcopal para a pastoral da Diocese do Algarve afirmou no passado sábado, durante a apresentação do novo Triénio Pastoral da Diocese do Algarve, que as prioridades do programa, pensado ao longo do último de ano e meio, surgiram “de uma consulta geral à Igreja do Algarve, nos vários conselhos – presbiteral, pastoral e nas reuniões de vigararia, – e da participação de departamentos, serviços e movimentos.

“É preciso redescobrimos este lugar do laicado nos serviços e nos ministérios. E isto é uma coisa que não se pode esperar vir de cima para baixo porque cada comunidade é diferente”, acrescentou o padre António de Freitas.

O documento destaca como prioridades os “jovens”, a “iniciação cristã, (re)descoberta e aprofundamento da fé”, a “espiritualidade” e a “formação permanente”.

O padre António de Freitas disse na Assembleia Diocesana da Igreja Católica do Algarve que teve lugar na igreja de São Pedro do Mar, em Quarteira, que os quatro polos prioritários “têm de ser vistos de modo interligado” e “transversal” ao longo do triénio. Trata-se, por isso, de um “programa flexível”, destacou.

Assembleia_diocesana_2021-20“A estes quatro pontos prioritários acrescentou-se, fruto deste ano e meio que temos vivido, a resposta pastoral aos desafios da pandemia”, complementou, acrescentando a referência aos “acontecimentos eclesiais” que deverão contribuir para o “entusiasmo” de cada cristão e as respetivas comunidades e que decorrerão nos próximos três anos: a Jornada Mundial da Juventude em 2023 em Lisboa, o Biénio Vocacional da Província Eclesiástica de Évora (da qual a Diocese do Algarve faz parte), o Sínodo dos Bispos de 2023 e o Ano “Amoris Laetitia” (a decorrer até junho de 2022).

Por fim, o vigário episcopal para a pastoral anunciou que a Assembleia Diocesana do próximo ano realizar-se-á a 17 de setembro.

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