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Em causa está a recusa da ARCM de Faro em aceitar a dissolução do contrato de arrendamento do edifício-sede aquando da sua passagem para os novos proprietários, o que terá motivado uma ação de despejo interposta em fevereiro de 2010. “Lamentamos que os atuais proprietários não tenham aceitado a nossa proposta de sairmos do espaço a troco da devolução das rendas desde 2007 [cerca de 120 mil euros] e tenham preferido ir para a frente com o processo”, disse o presidente da ARCM de Faro.

Invocando o interesse público da sua atividade, Armindo Silva afirma que a Câmara Municipal de Faro já disponibilizou um terreno para a futura sede, mas a associação aguarda a criação de condições para a construção, já que o custo total do projeto deve aproximar-se de 1 milhão de euros.

“Apesar da presente sentença ser desfavorável, pondo de novo a possibilidade de despejo em cima da mesa, a ARCM utilizará todos os meios na defesa do seu percurso associativo de 22 anos a desenvolver cultura”, assegura a associação em comunicado.

Rúben Oliveira com Lusa
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