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Em resposta à agência Lusa, na sequência de queixas de profissionais de saúde que pediram para não serem identificados, a Administração Regional de Saúde (ARS) esclareceu que essas faltas, registadas "no início de julho", se ficaram a dever a “situações pontuais de quebra de ‘stock’, justificadas pelo acréscimo de utentes que habitualmente se verifica nesta época do ano”.

Além deste motivo, a ARS do Algarve apontou ainda como justificação a necessidade de “serem observados os prazos legais para conclusão dos procedimentos de aquisição desses bens”.

“Estas situações neste momento já se encontram resolvidas”, assegurou o conselho diretivo da ARS, numa resposta escrita enviada à Lusa.

A ARS do Algarve assegurou ainda que “em nenhuma dessas situações de rutura pontualmente verificadas esteve em causa os meios necessários para garantir à prestação de cuidados de saúde com qualidade à população”.

Acrescentou ainda que “o trabalho conjunto desenvolvido com os hospitais da região garante a disponibilidade de todos os meios necessários à prestação desses cuidados de saúde”.

Uma profissional de saúde disse à Lusa que o atendimento no Serviço de Urgência Básica de Vila Real de Santo António esteve “complicado” devido à falta de materiais básicos.

“Até houve momentos em que houve falta de compressas e de outros materiais básicos”, afirmou.

Lusa

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