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As paróquias da Conceição de Faro e de Pechão têm novo pároco

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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As paróquias da Conceição de Faro e de Pechão têm, desde o passado domingo, novo pároco, nomeado pelo bispo do Algarve no mês de julho.

O frei Agostinho Pais Pereira, da Ordem dos Frades Menores (franciscanos), substituiu o frei Paulo Ferreira, da mesma congregação, que era pároco da Conceição de Faro desde 2010 e de Pechão desde 2014.

Na eucaristia em Pechão, presidida pelo bispo do Algarve, na qual teve início o novo serviço do frei Agostinho Pais Pereira, D. Manuel Quintas destacou o caráter da celebração de “acolhimento” ao novo pároco e ao vigário paroquial e também de “ação de graças” pelo serviço que o prior cessante realizou. “A nossa atitude neste dia, em primeiro lugar, é de ação de graças pelo bem que o frei Paulo semeou entre vós e na nossa Igreja diocesana e também de oração pelo frei Agostinho e pelo frei José Henriques que vão assumir o serviço nestas duas paróquias”, afirmou.

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O prelado voltou a dizer que não gosta do termo posse por ser jurídico. “Não quer dizer que quem toma posse passa a ser dono. Acho que é o contrário. O bispo e o pároco são possuídos por aqueles que servem. Ficam ao serviço de quem servem”, clarificou, considerando que a designação correta seria “início do ministério”.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

D. Manuel Quintas aproveitou ainda as leituras da celebração daquele domingo para lembrar que também relativamente aos bens, bispos e padres não são donos, mas administradores. “Pelo dom do ministério ordenado que o Senhor nos concedeu também nos nomeou administradores de bens que não são nossos”, afirmou.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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O bispo do Algarve desejou ainda que o novo pároco encontre nos paroquianos “o acolhimento de que precisa” e “o apoio que é necessário e importante e a colaboração que se exige para que as comunidades possam crescer na fé, no amor, em fraternidade, alegria e no espírito missionário”.

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D. Manuel Quintas aproveitou a participação do superior provincial da Ordem dos Frades Menores naquela eucaristia para manifestar o “reconhecimento por tudo quanto a presença dos franciscanos tem realizado” na igreja algarvia, “particularmente nos últimos anos”.

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O frei Agostinho Pais Pereira, de 66 anos, agradeceu ao bispo do Algarve pela confiança e ao seu superior provincial pela proposta de assumir aquelas duas paróquias. “Tudo farei para cumprir a missão que me é confiada com rigor, competência, seriedade e dedicação, dedicando especial atenção à formação cristã das crianças, adolescentes, jovens e adultos”, afirmou o novo pároco, prometendo também acompanhar as famílias que “estão em dificuldade” e cuidar da “preparação dos noivos para o sacramento do matrimónio e de pais e padrinhos para o batismo das crianças e para a celebração da primeira comunhão”.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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“Que assim, em conjunto, possamos fazer de cada paróquia uma família de famílias”, acrescentou o sacerdote que trabalhou durante 11 anos na paróquia de Vila Real de Trás-os-Montes e 21 na paróquia da Pontinha, em Lisboa, e nos últimos tempos estava a servir como guardião da Fraternidade de Nossa Senhora dos Anjos, no Porto.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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O superior provincial dos franciscanos agradeceu ao bispo do Algarve, ao frei Paulo Ferreira, ao frei Agostinho Pais Pereira e ao frei José Henriques, que no domingo à tarde foi também instituído como guardião da Fraternidade de Faro da OFM. “A Província Portuguesa Franciscana escolheu uma pessoa experiente na vida paroquial para estar convosco como também já era o frei Paulo”, afirmou em Pechão o frei Armindo Carvalho.

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O pároco cessante agradeceu aos antigos paroquianos e pediu que continuem a rezar por si. “Permanecerei unido a cada um de vós”, acrescentou o frei Paulo Ferreira que irá trabalhar na igreja de Santo António à Sé, em Lisboa.

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A tomada de posse do novo prior decorreu no início da eucaristia com a leitura da provisão de nomeação, a profissão de fé do pároco com o juramento de fidelidade ao colégio presbiteral, ao bispo, ao papa e a toda a Igreja, a entrega simbólica da chave da igreja e a leitura e assinatura do auto de posse (ata).

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Depois da homilia, o novo pároco fez a renovação das promessas sacerdotais e foi convidado a passar pela pia batismal, pelo confessionário, pelo sacrário e a sentar-se na cadeira da presidência.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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