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© Samuel Mendonça
© Samuel Mendonça

O assistente espiritual do núcleo algarvio da ACEGE – Associação Cristã de Empresários e Gestores considera que aquela organização, “se quiser ser fiel ao mandato de Cristo, tem um papel de vanguarda e de trabalho nos bastidores” da sociedade.

“Estes pequenos grupos poderão e deverão ser as «bolsas de oxigénio» numa sociedade europeia que, de quando em quando, nos assusta com alguns sinais de decadência afetiva e cultural”, afirmou ontem o cónego Carlos César Chantre no jantar-palestra com a ex-diretora-geral da Nike Portugal que teve lugar no Colégio de Nossa Senhora do Alto, em Faro, promovido pelo núcleo algarvio da ACEGE.

O sacerdote considerou ser “missão” dos cristãos pôr “um pouco de sal” numa “sociedade que está ficar insonsa”. “Compete aos cristãos não permitirem que a tão bela cultura europeia possa ser sugada por outras culturas, também respeitáveis, mas que poderão, naturalmente, absorver esta”, acrescentou, advertindo que, ao longo da história, “várias culturas desapareceram por negligência dos membros da sociedade da época”.

Acautelando que “o capital pode levar à cegueira do capitalismo”, o cónego César Chantre disse ainda que aquele “grupo de empresários de várias experiências, idades e enquadramentos da vida social pode e deve ser um estímulo” na sociedade algarvia.

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