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Segundo denúncias feitas por populares daquele concelho algarvio, vários animais apresentam sinais de negligência e maus-tratos e outros foram enterrados sem controlo sanitário, numa quinta que não está licenciada como exploração pecuária.

Em declarações à agência Lusa, a presidente da associação Animal, Rita Silva, manifestou-se indignada com a "passividade das autoridades veterinárias locais" e exige que a Direção-Geral de Veterinária "atue rapidamente para pôr fim à tortura dos animais".

"Assim que fomos alertados, enviámos uma exposição às autoridades competentes a exigir a intervenção para solucionar o caso", disse a responsável da Animal.

Rita Silva aguarda que a DGV "intervenha rapidamente, e que não faça como noutras situações idênticas, que ocorrem por todo o país”, até porque, acrescentou, "há suspeitas que alguns animais estejam a ser comercializados sem o devido controlo sanitário".

"Temos outros casos semelhantes, que esperam por uma resolução da DGV", sublinhou.

Os alegados maus-tratos aos animais motivaram já uma petição pública de um grupo de cidadãos no Facebook, "contra a chacina em Lagoa! Um autêntico campo de concentração", para que as autoridades intervenham rapidamente na solução do problema, que, alegam, "já se arrasta há vários anos".

Lusa

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