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Em comunicado enviado ontem à Agência Ecclesia, a instituição pede o contributo de todos para esta campanha, que visa minimizar os danos materiais, ambientais e humanos causados pelo fogo, “em vários pontos do país”, sendo que “os casos mais críticos” tiveram origem nos concelhos do Funchal, Calheta, Santa Cruz (todos na Madeira) e Tavira (Algarve).

Além da ajuda monetária, a associação está a apelar à doação de “água, sumos, enlatados e restante comida que não precise de ser confecionada”.

A instituição encontra-se também a recolher “medicamentos, vitaminas, calçado feminino, masculino e de criança, toalhas, pijamas e talheres de mesa”.

Os bens angariados durante esta iniciativa vão ser depois reencaminhados para as populações necessitadas, através dos diversos “centros alimentares e grupos regionais” daquele organismo.

Os interessados podem colaborar por carta, vale postal, transferência bancária, chamada telefónica ou diretamente junto da sede da AMUPD, situada em Lisboa.

A organização desenvolve a sua ação em Portugal e além-fronteiras, com o objetivo de “reduzir assimetrias sociais existentes”, combater a “exclusão social” e assegurar o “direito fundamental de todos os seres humanos a terem acesso a cuidados de saúde”.

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