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Em comunicado, a ARS/Algarve diz que a maioria dos atendimentos nos centros de saúde regionais no ano passado se refere a consultas programadas (cerca de um milhão), sendo que em 2009 os centros foram usados por cerca de 70 por cento da população residente.

No sentido inverso, nos pontos da rede de urgências do Algarve verificou-se um total de 419 187 atendimentos em 2009, valor ligeiramente inferior ao registado no ano anterior, no qual se realizou naquela rede um total de 422 460 atendimentos, precisa a Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve.

O organismo salienta, também, que durante o ano passado a actividade desenvolvida na rede de urgências foi afetada pelo eclodir da pandemia de gripe A (H1N1), que no Algarve "provocou dois picos de procura durante os meses de agosto e novembro".

Contudo, frisa a ARS, os serviços de urgências apresentaram comportamentos distintos, sendo que nos quatro serviços de urgência básica (Lagos, Albufeira, Loulé e Vila Real de Santo António) a actividade assistencial sofreu uma diminuição face a 2008, caindo de 186 para 171 mil atendimentos.

Já nos serviços de urgência do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio e do Hospital de Faro registou-se um aumento da procura em 2009, com 247 mil atendimentos, mais 12 mil que em 2008.

No que se refere às consultas de atendimento complementar dos centros de saúde, verificou-se um total de 182 892 consultas, menos 8,6 por cento do que as realizados em 2008, o que, conclui a ARS, pode significar "uma reorientação para as consultas programadas".

Lusa

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