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O futuro Auditório do Algarve, cuja estrutura será em forma de onda e que ficará localizado numa encosta junto a uma das entradas da cidade, custará cerca de 9 milhões de euros e terá capacidade para 1000 pessoas.

Em declarações à Lusa, Desidério Silva referiu que o projeto, da autoria do artista plástico Leonel Moura em colaboração com vários arquitetos, “tem todos os ingredientes para ser um investimento cultural muito forte”.

A cidade tem um auditório municipal com 368 lugares, insuficientes para colmatar a procura, salienta o presidente da autarquia, acrescentando que a plateia do novo auditório pode ser rebatida para outro tipo de actividades.

Em fase mais avançada está o projeto do Museu do Barrocal, cuja obra deverá arrancar em 2012 na aldeia de Paderne, tratando-se do primeiro projeto do arquiteto Siza Vieira a ser concretizado no Algarve.

O piso térreo do edifício que vai ser reabilitado para dar lugar ao museu – cujo investimento ronda os 4 milhões de euros -, já funcionou como mercearia, farmácia, fábrica de chapéus e alfaiataria e até como loja maçónica.

O museu reunirá conteúdos que mostram desde os recursos económicos e técnicas rurais e de construção, aos hábitos alimentares, tradições, fauna e flora do Barrocal, faixa que divide a serra e o mar algarvios.

A constituição do espólio deverá basear-se num processo intermunicipal, já que a Paderne irão associar-se outras povoações implantadas no mesmo alinhamento geográfico, como Salir, Querença, Tôr ou Messines.

Em breve Albufeira irá também ter duas novas igrejas – que se juntam às 13 já existentes no concelho -, projetos da responsabilidade da Diocese do Algarve a quem a autarquia cedeu dois terrenos em Olhos d’Água e Montechoro.

Os novos equipamentos religiosos irão abranger não só os residentes, nacionais e estrangeiros, como os muitos turistas que querem ir à missa naquele que é o concelho onde estão localizados metade dos hotéis do Algarve.

Lusa

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