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O PROT/Algarve foi aprovado em maio de 2007 e publicado em agosto do mesmo ano em Diário da República, sendo os seus objetivos principais diversificar o “cluster” do turismo e lazer e promover um modelo territorial equilibrado e competitivo.

“O importante era preparar outro documento novo porque os pressupostos de há quatro anos atrás estão ultrapassados e obsoletos face à atual situação económica”, salientou quarta-feira à agência Lusa o presidente da Câmara de Albufeira, Desidério Silva.

O autarca recorda que, na altura da votação do plano, as Câmaras de Albufeira e Lagoa votaram contra o plano, por não consideraram “válido”, embora o tenham cumprido.

Segundo Desidério Silva, em teoria, “é lógico que a distribuição de camas favoreça as zonas mais desertificadas face ao litoral, onde já há muitas camas”, mas lembrou que na prática é difícil encontrar promotores para investir no interior.

“É tudo muito interessante no papel mas sabemos que os investimentos não são feitos onde o PROT quer”, refere o autarca, acrescentando que será a dinâmica financeira a ditar os melhores locais para investir.

Lusa

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