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O jantar está marcado para as 20:00, em VRSA, e vai contar com a presença do presidente da autarquia, Luís Gomes, que “acolherá os mais de 150 munícipes vila-realenses operados em Cuba no seguimento do protocolo entre a Câmara de VRSA e os Serviços Médicos Cubanos”, referiu um comunicado de imprensa da autarquia.

O protocolo com Cuba foi assinado em 2008 com o objetivo de estabelecer um programa que permitisse que os munícipes de VRSA “recebessem serviços médicos em instituições de saúde cubanas, com prioridade para a área oftalmológica”.

Até à data foram já operados em Cuba, ao abrigo deste protocolo, cerca de 300 pacientes, dos quais 220 a problemas dos olhos, e os restantes a outros problemas em especialidades como dermatologia e ortopedia, indicou a câmara municipal de VRSA.

Notícias publicadas na imprensa, na semana passada, davam conta de que uma auditoria do Tribunal de Contas apontava para a “ilegalidade” do acordo por ter sido feito “sem consulta ao mercado”.

Luís Gomes defendeu, em conferência de imprensa, a legalidade dos acordos estabelecidos com Cuba para operar munícipes às cataratas, refutando as conclusões do relatório preliminar de uma auditoria do Tribunal de Contas.

O autarca social democrata, pioneiro no envio de munícipes a Cuba para tratar problemas oftalmológicos, lembrou que em 2007 havia longas listas de espera na especialidade, com apenas um médico no Hospital Distrital de Faro, e “havia casos de munícipes à espera há oito, nove e dez anos da primeira consulta”.

Lusa

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