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O encontro entre os autarcas e os ministros da Administração Interna, Miguel Macedo, e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, está marcado para as 17:00, na Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa.

No sábado, durante uma visita aos locais mais afetados pelo temporal, o ministro da Administração Interna escusou-se a avançar estimativas do apoio financeiro do Governo, mas assegurou disponibilidade para ajudar dentro das possibilidades.

O vento forte que na sexta-feira se fez sentir em Lagoa e Silves provocou 13 feridos, três deles graves, e 12 desalojados. Cerca de uma centena de habitações, telhados, automóveis e autocaravanas foram danificados pela força do vento.

Em Silves, o temporal causou danos avultados nas piscinas municipais, que estão inutilizadas, no edifício da câmara e do mercado municipal e também no Estádio do Silves Futebol Clube, cujo muro e bancadas desabaram.

De acordo com o presidente da câmara, Rogério Pinto – empossado há cerca de duas semanas, após a saída da anterior presidente, Isabel Soares, para outro cargo público na empresa Águas do Algarve -, os prejuízos no concelho ascendem a vários milhões de euros.

Em Lagoa, o temporal causou sobretudo estragos na zona nova da cidade, uma área maioritariamente residencial, tendo destruído a fachada de entre 70 a 80 apartamentos, segundo a câmara.

O Instituto de Meteorologia classificou a situação como “fenómeno extremo de vento” e “tempo severo” e admitiu que se pode repetir por se tratar de algo imprevisível.

Lusa
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