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O pedido de declaração da ilegalidade do plano, aprovado pelo Conselho de Ministros no dia 04 de fevereiro, é subscrito pelos presidentes das Câmaras Municipais de Aljezur e Vila do Bispo (Algarve) e de Odemira (Alentejo).

Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Aljezur, José Amarelinho, disse que o documento foi hoje entregue em mãos pelos autarcas, que estão disponíveis para colaborar com o Governo para fazer uma revisão de fundo ao plano.

"A nossa expetativa é que se possa fazer com tranquilidade um plano onde as populações possam participar e impere o bom senso", referiu, alegando que o plano "enferma de vários vícios".

De acordo com o autarca o plano que vai regular aquele parque natural foi elaborado com base em "cartografia errada", violando, além disso, o Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT) do Algarve.

Os autarcas dos três concelhos envolvidos reuniram-se na passada semana com a ministra do Ambiente mas a tutela apenas se terá disponibilizado para alguns acertos e retificações de pormenor no plano.

"Se o Governo quiser fazer a revisão de fundo que o documento necessita, estamos disponíveis para colaborar na totalidade", concluiu José Amarelinho.

Lusa
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