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Segundo Júlio Barroso, o presidente da autarquia, o acordo permitirá à Sonae “construir mais de uma centena de unidades de alojamento turístico e acabar com um dos mamarrachos existentes no município há quase 40 anos”.

Júlio Barroso adianta ainda que as torres depois de transformadas em alojamento turístico, terão no máximo dez andares e que o último piso será para um restaurante panorâmico. Além da recuperação das torres, o entendimento com o grupo Sonae prevê também a recuperação, construção e ampliação de equipamentos como piscinas, campos de ténis e um supermercado.

O autarca acrescenta que o entendimento com o grupo de Belmiro de Azevedo "foi conseguido ao fim de dois anos de negociações", estimando que as obras possam ficar concluídas no prazo de cinco anos, prevendo investimentos “de centenas de milhões de euros” no concelho.

O protocolo entre a autarquia e o grupo Sonae estabelece as metodologias, o calendário e os parâmetros urbanísticos, tendo em vista o desenvolvimento e a implementação de vários projetos em Lagos.

O presidente da autarquia assegura que as operações urbanísticas previstas "respeitam todos os instrumentos de ordenamento do território" e são compatíveis com a proposta de revisão do Plano de Urbanização de Lagos, em discussão pública.

Júlio Barroso aguarda agora que a Assembleia Municipal aprove o protocolo na reunião no final de abril, para que o mesmo possa ter seguimento.

Liliana Lourencinho com Lusa
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