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“Chegámos a acordo para o pagamento de última prestação que faltava do acordo com o consórcio”, garantiu o administrador do empreendimento, localizado em Portimão.

Sobre o pedido de insolvência da Parkalgar, Paulo Pinheiro referiu que decorrem desde há vários dias reuniões para um entendimento com o consórcio formado pela Siemens, Ensul Meci e SPIE, e afirmou que o pedido dos credores “é uma forma de pressão”. As três empresas foram responsáveis pelas infraestruturas elétricas do autódromo e do loteamento adjacente onde está instalado o parque tecnológico.

O Jornal de Negócios revelou na sua edição de hoje que a empresa gestora do AIA poderia estar à beira da insolvência por uma dívida inicial de 1,6 milhões de euros, que já chega aos 2,6 milhões com os juros de mora.

O administrador do AIA escusou-se a revelar os pormenores e o montante do acordo para o pagamento da dívida reclamada pelos fornecedores, referindo apenas: "Chegámos a acordo para o pagamento da última prestação referente a serviços prestados durante a construção".

Paulo Pinheiro assegurou que a administração "está a fazer tudo para honrar os seus compromissos", acrescentando que, na atual conjuntura de crise, "também tem sentido dificuldades económicas para os cumprir".

Segundo o responsável, a faturação aumentou este ano em cerca de 30 por cento em relação ao mesmo período de 2011, situando-se o volume de negócios da Parkalgar em cerca de cinco milhões de euros anuais.

Liliana Lourencinho com Lusa
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