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A derrocada ocorreu na passada sexta-feira à noite, hora em que a praia não registava ocupação, o que evitou que o bloco de pedra que se soltou da arriba atingisse os banhistas.

Fonte da ARH/Algarve disse à Lusa que, depois de avaliada a situação, os técnicos decidiram que para já não será ali feita qualquer intervenção de fundo.

"O que se fez foi repor a sinalética com o aviso de perigo que tinha ficado danificada, em colaboração com a autarquia", referiu a mesma fonte.

Entretanto, a zona continua isolada para que os banhistas não se aproximem, disse à Lusa o comandante do porto da capitania de Lagos, Cruz Martins.

Depois de em agosto de 2009 cinco pessoas terem morrido na sequência da queda de uma arriba na Praia Maria Luísa, em Albufeira, foi implementada legislação que prevê coimas a quem desrespeite os avisos de perigo.

Contudo, segundo o comandante Cruz Martins, aquele decreto-lei distingue "áreas perigosas" de "áreas interditas", sendo que apenas nestas últimas se prevê a aplicação de multa a quem permanecer sob as arribas.

"Nas praias com áreas consideradas perigosas a coima só se aplica a quem vandalizar ou destruir a sinalética de aviso de perigo", explicou.

De acordo com aquele responsável, pelo menos na zona do Barlavento – entre Vila do Bispo e Albufeira e onde há mais praias com formações rochosas – não existe qualquer praia com áreas classificadas como interditas.

Lusa
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