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Autoridades policiais e autarquia aconselham famílias e professores a proteger crianças do alcance de armas

Uma criança de 15 anos feriu-se na terça-feira em Albufeira na coxa esquerda com um projétil disparado de uma arma de fogo de defesa pessoal quando brincava com amigos no parque lúdico de Albufeira, Algarve.

Em dezembro do ano passado, também no Algarve foi registado um caso semelhante de troca de tiros entre adolescentes que vitimou mortalmente um rapaz de 14 anos.

O caso ocorreu em Algoz, concelho de Silves, e o adolescente foi atingido na cabeça por um chumbo, depois de ter estado a dar tiros a latas com um amigo. A espingarda de pressão de ar que tirou a vida ao adolescente era guardada debaixo de uma cama na casa da vítima.

Em declarações à Lusa o autarca de Albufeira, Desidério Silva, apelou hoje às famílias e professores da região e do país para “acompanharem melhor as crianças e não as deixarem chegar perto de armas”.

“É a primeira vez que isto acontece no meu concelho, não é uma situação recorrente, fiquei muito surpreso, mas compete às famílias proibir as crianças de mexer em armas e avisá-las que é errado brincar com elas”, disse, acrescentando que também da parte dos professores pode haver mais ações pedagógicas.

Também fonte da GNR no Algarve, tenente coronel Víctor Calado, lamentou o facto de haver armas a chegarem às mãos de uma criança, quando a lei diz que têm de estar fechadas e longe do acesso, com o gatilho imobilizado e com as munições separadas das armas, para o caso de alguém a querer utilizar, não aceder às balas.

A arma de fogo que feriu a criança de 15 anos na terça-feira passada já apreendida pela Polícia Judiciária, mas o caso continua em Segredo de Justiça.

Lusa

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