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O tema central do encontro irá ser “O Abastecimento” e a estruturação de novas respostas sociais que ensinem as instituições e as famílias a gerir melhor os seus recursos.

“Este tipo de encontros serve para as pessoas alinharem e partilharem preocupações e soluções. São momentos significativos na vida do Banco Alimentar (BA) porque mostram a força de uma rede que, hoje em dia, dá de comer a três por cento da população portuguesa”, disse Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome (FPBA).

Segundo Isabel Jonet, houve no ano de 2011 um acréscimo no número de pedidos de ajuda e, nos últimos meses, registou-se um crescimento ainda maior. A subida do desemprego, o aumento dos impostos sobre produtos alimentares básicos, as taxas moderadoras na saúde e o aumento do gás, água, eletricidade e combustíveis são apontados pela presidente da FPBA como causas diretas do aumento de pedidos de ajuda alimentar.

“São medidas que se refletem com grande intensidade nos que já têm pouco dinheiro para viver, que vivem no limite do limite, e quando há estes aumentos do IVA em produtos do dia-a-dia, elas são fortemente afetadas, parece que é pouco mas é muito porque a margem de manobra já não existia”, alerta a presidente do FPBA.

À margem do encontro decorrem, também, as comemorações do 5º aniversário do Banco Alimentar no Algarve.

Liliana Lourencinho com Lusa

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