Pub

Após a leitura da provisão da nomeação do novo pároco, da sua profissão de fé e juramento de fidelidade a Cristo e à Igreja, da entrega simbólica da chave da igreja e da assinatura do auto da tomada de posse, o vigário geral da Diocese do Algarve lembrou o intercâmbio que deve existir entre pároco e paroquianos e apelou à comunhão entre as duas partes.

Com base na provisão de nomeação, o padre Firmino Ferro evocou nas homilias os deveres do pároco como o anúncio da palavra de Deus a todos os fiéis, recordando que o prior deve fazer da Eucaristia o centro de toda a sua vida. O vigário geral lembrou ainda que entre as obrigações do pároco está a visita aos mais carenciados, necessitados, doentes e famílias, crianças, adolescentes e jovens. O sacerdote advertiu que a paróquia não é propriedade pessoal do pároco que nela procede à sua maneira, mas faz parte da diocese em unidade e comunhão com todos.

Dirigindo-se aos paroquianos pediu que recebam o novo pároco “como seu legítimo pastor, auxiliem-no no bom desempenho da sua missão pastoral, concorram com os bens necessários à sua sustentação de modo que possa dedicar-se, com maior liberdade de espírito, ao serviço evangélico da comunidade cristã”.

O novo prior, de 69 anos, que foi pároco de Venda Nova (Amadora), no patriarcado de Lisboa, já tinha estado no Algarve há 40 anos, sendo dos primeiros redentoristas a vir para o Algarve. Recorde-se que as paróquias de Barão de São João, Barão de São Miguel, Bensafrim, Budens, Luz de Lagos e Santa Maria de Lagos, no concelho de Lagos, estão desde essa altura sob a responsabilidade dos sacerdotes redentoristas.

O anterior pároco de Bensafrim, padre redentorista Ramiro Ferreira, foi agora colaborar com a Diocese de Portalegre – Castelo Branco. O sacerdote tinha regressado à Diocese do Algarve em setembro de 2005, após de três anos de ausência.

Samuel Mendonça
Pub