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Em declarações à Lusa, o vice-presidente da autarquia, António Pina, referiu que a biblioteca, fundada em 2007, é a primeira no Algarve e a sexta no país a ser distinguida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

A rede de bibliotecas associadas da Unesco, que conta com 500 membros em todo o mundo, visa encorajar as bibliotecas a desenvolver actividades como a promoção dos direitos humanos, da paz ou a luta contra o analfabetismo.

A organização internacional certificou a biblioteca de Olhão na quarta-feira, dia em que duas escolas do concelho passaram também a integrar a rede de estabelecimentos de ensino associados da Unesco em Portugal.

“É um reconhecimento ao trabalho dos colaboradores da biblioteca, das escolas e também da autarquia”, frisou António Pina, confessando que a distinção é uma “motivação para continuar o caminho percorrido”.

O galardão foi entregue pela secretária executiva da Comissão Nacional da Unesco em Portugal, Manuela Galhardo, que frisou que o público da biblioteca embora sendo “residual”, já tem “alguma expressão” e inclui “muitos estrangeiros”.

“Estes [os estrangeiros] ao procurarem a biblioteca acabam por motivar os funcionários para uma oferta mais diversificada de modo a corresponder às suas necessidades”, considerou aquela responsável em comunicado enviado pela autarquia.

As escolas distinguidas com o galardão e que passaram também a integrar a rede internacional são a EB 2,3 Alberto Iria e Secundária Francisco Fernandes Lopes por trabalhos desenvolvidos sobre a Ria Formosa.

Lusa

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