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O diácono Nuno Coelho e o seminarista Jesus Ejocha serão, respetivamente, ordenados sacerdote e diácono nesse dia na Sé de Silves.

O diácono Nuno Coelho, de 36 anos, é natural de Lagoa e frequenta o chamado estágio pastoral nas paróquias de Olhão e Quelfes, enquanto o seminarista Jesus Ejocha é natural da Guiné Equatorial e está a realizar o estágio pastoral na paróquia de Monchique.

Jesus Ejocha será ordenado diácono em caminhada rumo ao sacerdócio, uma vez que a ordenação diaconal constituirá a terceira e última etapa antes de ser ordenado padre. O candidato ao diaconado cumpriu já a primeira e segunda etapas com as instituições nos ministérios de leitor e acólito.

A missão do diácono consistirá, antes de mais nada, em ficar consagrado pelo sacramento da Ordem para o serviço do altar, para o serviço da caridade e para o serviço da Palavra.

O prelado anunciou igualmente que o seminarista José Chula será instituído no ministério dos leitores no próximo dia 20 de abril, no decurso do Encontro Diocesano de Acólitos em Monchique.

A instituição é um passo para a sua futura ordenação presbiteral, uma vez que constitui um pressuposto para ela. Depois da instituição no ministério de leitor, segue-se a instituição no ministério de acólito que precede a ordenação diaconal.

Por outro lado, a instituição agora pedida pelo seminarista reforça a intenção do candidato de orientar a sua vida, o caminho de formação humana e de fé e o aperfeiçoamento espiritual para a ordenação sacerdotal, respondendo ao apelo de Deus.

A instituição no ministério de leitor, que também pode ser conferida a pessoas não candidatas ao sacerdócio, consiste na capacitação para proclamar, solenemente, a Palavra de Deus na comunidade cristã e é assinalada, simbolicamente, com a entrega, por parte do prelado, da Sagrada Escritura, o livro da Palavra de Deus que o leitor proclamará na assembleia dos fiéis.

D. Manuel Quintas pediu que até às ordenações seja um “tempo de particular e intensa oração pelas vocações em todas as paróquias”. “Não nos cansemos de continuar a pedir-Lhe [a Deus] que envie trabalhadores para esta «vinha» do Algarve e para a toda a sua Igreja”, exortou.

Samuel Mendonça

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