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“Penso que podemos investir muito mais neste campo, nas nossas paróquias e comunidades”, disse o prelado que exortou mesmo a uma maior presença das paróquias no hospital, considerando que “o trabalho que o diácono Rogério está a fazer no Hospital de Faro é importantíssimo no campo da saúde”. “É um campo no qual as pessoas estão abertas à acção da Palavra de Deus mais do que noutras ocasiões. Vamos ter isso em conta”, pediu D. Manuel Quintas.

O Bispo diocesano lembrou ainda que os doentes estão “associados ao ministério dos ministros extraordinários da comunhão”. “Vão levar a comunhão àqueles que não podem participar na Eucaristia da comunidade e esta está presente através daquele que lhe leva a Eucaristia por meio da qual ele cresce na comunhão com a sua comunidade”, observou.

Samuel Mendonça

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