Pub

O bispo do Algarve lembrou hoje que “a vida consagrada está colocada mesmo no «coração» da Igreja como elemento decisivo para a sua missão”.

Na eucaristia a que presidiu esta manhã no oratório do Paço Episcopal de Faro, D. Manuel Quintas realçou a “riqueza que constitui para toda a Igreja o dom da vida consagrada na variedade dos seus carismas e das suas instituições”.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

A Semana da Vida Consagrada assinala-se na Igreja Católica entre os dias 26 de janeiro a 2 de fevereiro e tem por tema este ano “Consagrados: fiéis e felizes?”

O bispo diocesano referiu que “embora nem sempre compreendida, mas sempre admirada, a vida consagrada continua a ser sinal de desprendimento, doação, disponibilidade e, como tal, deve ser positivamente valorizada”.

“Aqueles que são chamados a esta opção de vida por causa de Cristo, do anúncio do evangelho e do serviço aos outros, não são gente estéril e infeliz, alheia às coisas bonitas da vida, mas pessoas generosas que renunciaram a um bem, neste caso o matrimónio, em vista de outro bem maior para eles: a sua entrega total a Deus e aos outros”, sustentou, apelando à oração para que os consagrados continuem a ser “sinal de uma doação plena a Cristo, ao evangelho, à Igreja”.

“Queremos nesta eucaristia dar graças a Deus pelas ordens e institutos religiosos dedicados à contemplação e às obras de apostolado, pelas sociedades de vida apostólica, pelos institutos seculares, e por tantas outras formas de consagração que o espírito continua a suscitar na Igreja”, prosseguiu, lembrando que “a vida consagrada e o caráter evangélico do seu testemunho provam que ela não é uma realidade isolada e marginal, mas diz respeito a toda a Igreja”.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O bispo do Algarve manifestou o seu “reconhecimento a todos os consagrados”, particularmente, àqueles que servem a Igreja algarvia, “pelo seu testemunho de fidelidade, de felicidade e de alegria”. D. Manuel Quintas lembrou existirem “cinco comunidades masculinas com 17 membros, todos padres, inseridos na pastoral diocesana de uma maneira muito profunda, a diversos níveis”.

“Temos 11 comunidades femininas, nas quais se inclui um instituto secular, constituídas por cerca de 50 membros, algumas aspirantes também, profundamente inseridas na pastoral diocesana, também a diversos níveis”, acrescentou, destacando de maneira particular a comunidade do Carmelo “pela sua estreita comunhão com toda a diocese, particularmente através da oração”.

Por se celebrar hoje a memória litúrgica de São João Bosco, fundador das irmãs salesianas, D. Manuel Quintas referiu também a comunidade algarvia daquele instituto, “que está ao serviço da educação”.

Pub