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O bispo do Algarve dirigirá uma mensagem à diocese no próximo domingo, na retoma das eucaristias com a participação presencial de fiéis, em que coincidentemente se celebra o Dia de Pentecostes e o Dia da Igreja Diocesana, que será lida no início de todas as eucaristias que se celebrarão no Algarve.

Na mensagem, à qual Folha do Domingo teve acesso, D. Manuel Quintas lembra o “contributo insubstituível da participação na Eucaristia” para “fortalecer” a “comunhão” com toda a diocese. “Passados onze domingos, eis-nos de novo reunidos, para celebrarmos o Dia do Senhor, o dia da Palavra proclamada e acolhida em comunidade, o dia da Eucaristia, Pão de vida eterna, que, após este tempo de privação, vem fortalecer os laços fraternos que nos unem nesta grande família que constituímos, a Igreja católica no Algarve”, escreve o bispo diocesano.

D. Manuel Quintas evidencia a importância do Dia da Igreja Diocesana celebrado anualmente. “É sempre um dia especial para nós por tudo o que partilhamos, celebramos e convivemos, provenientes das nossas diferentes comunidades paroquiais, como expressão de tudo o que o Espírito Santo realiza, hoje, em nós e através de nós, neste espaço geográfico diocesano. Se bem que impedidos de realizarmos o encontro diocesano previsto, vamos celebrar com este espírito este dia, não deixando que o medo nos afaste da Eucaristia dominical, mas observando com responsabilidade quanto nos é pedido, para contermos a propagação deste vírus”, refere.

O bispo do Algarve manifesta ainda o desejo que as eucaristias em todo o Algarve após a sua suspensão a 13 de março sejam marcadas pela “esperança” e nelas sejam incluídas “diversas intenções comuns” pela “Igreja diocesana e cada uma das suas comunidades paroquiais, tendo presente, de modo particular todas as famílias”, pelos “que faleceram ao longo destes meses (vítimas ou não da COVID-19) e para os quais não foi possível realizar um funeral condigno”, pelos “que se encontram nos cuidados intensivos ou apenas hospitalizados”, pelos “que se encontram a recuperar nas suas casas”, pelos “que, na linha de frente, continuam a combater, de muitos modos, esta Pandemia”.

D. Manuel Quintas remete ainda juntamente uma oração para ser lida no momento depois da comunhão, da autoria do padre Carlos de Aquino.

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