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Citando a exortação apostólica do Papa João Paulo II, “Pastores Gregis”, e o Catecismo da Igreja Católica, D. Manuel Quintas lembra que “embora exerça o seu ministério em toda a diocese «o Bispo tem como ponto focal do mesmo a igreja catedral, que constitui, de certo modo, a igreja mãe e o centro de convergência da Igreja particular»”. “A catedral é o lugar onde o Bispo tem a sua cátedra, a partir da qual educa e faz crescer o seu povo através da pregação, e preside às principais celebrações do ano litúrgico e dos sacramentos”, acrescenta o documento, lembrando que “é a presença desta cátedra que constitui a igreja catedral como o centro espiritual concreto de unidade e comunhão para o presbitério diocesano e para todo o Povo santo de Deus”.

Citando a constituição apostólica do Concílio Vaticano II, “Sacrosanctum Concilium”, o documento lembra ainda que, por isso, “todos devem dar a maior importância à vida litúrgica da diocese que gravita em redor do Bispo, sobretudo na igreja catedral, convencidos de que a principal manifestação da Igreja se faz numa participação perfeita e ativa de todo o Povo santo de Deus na mesma celebração litúrgica, especialmente na mesma Eucaristia, numa única oração, ao redor do único altar a que preside o Bispo rodeado pelo presbitério e pelos ministros”.

O documento lembra que “esta manifestação do mistério da Igreja exprime-se ainda, de modo privilegiado, em determinadas celebrações particulares” como a Missa Crismal, celebrada na Quinta-feira Santa, as celebrações em que são conferidas as Ordens Sacras ou outras celebrações do calendário litúrgico diocesano, assumidas como “momentos preciosos para fortalecer os vínculos de comunhão com os presbíteros, as pessoas consagradas e os fiéis leigos, e para estimular o zelo missionário entre todos os membros da Igreja particular”.

Neste sentido, o bispo do Algarve estabeleceu as seguintes celebrações episcopais na Sé de Faro: no Tempo do Advento/Natal – Imaculada Conceição da Virgem Maria (18h) e Natal do Senhor (12h); no Tempo Pascal – Quarta-Feira de Cinzas (21h), Domingo de Ramos na Paixão do Senhor (11.30h), Missa Crismal (10h), Missa Vespertina da Ceia do Senhor (21h), Laudes de Sexta-feira da Paixão do Senhor (10h), Celebração da Paixão do Senhor (15h), Laudes de Sábado Santo (10h), Vigília Pascal (21.30h), Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor (12h) e Domingo de Pentecostes: Dia da Igreja Diocesana (18h); no Tempo Comum – São Vicente, padroeiro principal da Diocese (22 de janeiro), Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo/Procissão (Faro/cidade), Ordenações Diaconais e Presbiterais, Aniversário da Dedicação da Igreja Catedral (19 de julho) e Missa de sufrágio pelos Bispos do Algarve falecidos (3 de novembro).

Na solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, o bispo do Algarve celebra no Santuário de Nossa Senhora da Piedade, popularmente conhecida como a Mãe Soberana, pelas 15h.

Samuel Mendonça

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