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Bispo do Algarve lembra que celebrar o Natal é “dar continuidade” ao movimento de “Deus em saída” para a humanidade

© Samuel Mendonça
© Samuel Mendonça

Na sua mensagem de Natal (ver abaixo), hoje divulgada, o bispo do Algarve lembra que celebrar esta quadra é “contemplar” e “dar continuidade” ao movimento de “Deus em saída” para a humanidade.

“Cristo, monta a sua tenda entre nós, como meio privilegiado de encontro e de acolhimento na fé e no amor, que permite estabelecer uma nova relação com Deus”, escreve D. Manuel Quintas, lembrando que “celebrar o Natal é dar continuidade a este movimento de Deus, presente na resposta permanente da Igreja ao «ide» de Jesus, que engloba todos os cenários e desafios duma «saída» missionária, assumida por cada cristão e cada comunidade, no discernimento do caminho a que Deus convida, sabendo que todos, sem exceção, são chamados a «sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho»”.

Partindo da expressão do Papa Francisco na sua exortação apostólica  ‘Evangelii Gaudium’ (A Alegria do Evangelho) – “Igreja em saída” – , o prelado, na mensagem intitulada “Natal, um «Deus em saída»”, adverte assim que “a alegria que carateriza esta quadra, só será plena se for missionária” e que esta “deve chegar a todos sem excluir ninguém”.

D. Manuel Quintas destaca que a iniciativa de sair de si mesmo para ir ao encontro (do homem) partiu de Deus. “Os verbos indicados pelo Papa Francisco, para definir uma Igreja «em saída» – primeirar, envolver-se /abaixar-se, acompanhar, frutificar, festejar – são profundamente natalícios, na medida em que indicam, igualmente, o movimento de um «Deus em saída», que assume, no Deus-Menino, a fragilidade da nossa humanidade”, escreve, lembrando a iniciativa de Deus de “procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos”.

A terminar, o bispo diocesano alerta que “o saber festejar é sempre consequência do saber semear”, sublinhando que os frutos desta quadra são “só acessíveis a quem, como «Deus em saída», se torna construtor e testemunha duma «Igreja em saída», levando a todos o Evangelho da alegria”.

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