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Na eucaristia a que presidiu esta manhã na catedral de Faro, D. Manuel Quintas considerou que “celebrar a Páscoa é deixar-se contagiar pela alegria que inundou o coração dos discípulos na manhã daquele primeiro dia da semana”.

No entanto, o prelado lembrou que “seria superficial” a alegria dos crentes se ela não se apoiasse numa “atitude firme de fé em Cristo ressuscitado” e defendeu que celebrar a Páscoa deve significar, “à luz da fé em Cristo ressuscitado”, que também os cristãos são convidados à renovação a que a Igreja é desafiada neste Ano da Fé, proclamado pelo Papa emérito Bento XVI.

O bispo do Algarve apelou ainda ao “testemunho iluminado pelos apóstolos e por quantos, ao longo dos séculos, deixaram que a pessoa de Cristo fosse para eles fonte de esperança, de alegria e de vida plena”. “Como seria diferente a nossa vida e a do mundo que nos rodeia se nos decidíssemos a ser testemunhas alegres de Cristo ressuscitado”, evidenciou, considerando que “a vitória da luz sobre as trevas acontece também no coração daquele que deixa que a luz de Cristo se transforme em luz da fé que ilumina e dá sentido à própria vida, em luz do mundo, presente no testemunho alegre, fiel e fecundo, iluminado pela palavra e fortalecido pela eucaristia celebrada dominicalmente em comunidade”.

A terminar, D. Manuel Quintas lembrou que o mundo de hoje precisa do “testemunho de alegria, de amor e de esperança” dos cristãos. “Que a nossa fé em Cristo ressuscitado seja também o nosso compromisso em vivermos, de modo mais coerente e permanente, as implicações que esta verdade nos traz”, concluiu.

Samuel Mendonça

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