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“Verifiquei o muito que se faz e vive e apercebi-me do mais que se deseja viver e do muito que se pretende fazer, faltando, em muitos setores, espaços mais adequados e um maior número de servidores. É importante que vos interrogueis se não haverá disponibilidade da vossa parte para esta colaboração e participação”, apelou o prelado. “Os vossos párocos sentem-se incapazes de corresponder, como desejariam e como os vossos filhos merecem, a esta transmissão de fé pela falta de espaços mais adequados e de catequistas”, reconheceu.

Regozijando-se com o “numeroso” grupo de catequizandos que frequenta as catequeses das paróquias de Faro – 1206 crianças e adolescentes (515 da Sé, 487 de São Pedro e 204 de São Luís) –, o bispo do Algarve lembrou a disponibilidade da Igreja, “através da generosidade de tantos catequistas”, para ajudar os pais no seu pedido à Diocese do Algarve, para “apoio na educação cristã” dos seus filhos.

Recorde-se que as paróquias de Faro têm atualmente 112 catequistas (48 da Sé, 41 de São Pedro e 23 de São Luís).

D. Manuel Quintas reconheceu ainda a “incapacidade da resposta” por “falta de mais gente disponível para o serviço da comunidade” ao nível da animação litúrgica, de maneira particular do canto, sobretudo no que se refere à necessidade de mais organistas e cantores e também para a renovação dos grupos corais existentes. O bispo diocesano sublinhou igualmente a falta de mais colaboradores para a dimensão sócio-caritativa.

O bispo do Algarve deixou uma “palavra de agradecimento, reconhecimento e de estímulo” aos que, “de maneira voluntária, gratuita e generosa, colaboram e participam, de maneira mais consciente e ativa, na vida” das paróquias. “Passa por aí a vitalidade e a revitalização das nossas comunidades cristãs”, sustentou.

Samuel Mendonça

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