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© Samuel Mendonça
© Samuel Mendonça

O bispo do Algarve realizará quatro visitas pastorais a nove paróquias neste ano de 2014/2015 e o périplo das visitas de D. Manuel Quintas tem início já no próximo dia 12 deste mês com a abertura da visita pastoral às paróquias de Algoz e Guia, incluindo a comunidade de Tunes, que se prolongará até dia 19 deste mês.

A segunda visita pastoral do prelado será às paróquias de Alcantarilha e Pêra, de 16 a 23 de novembro, e a terceira, já em 2015, a Armação de Pêra e Porches, de 1 a 8 de fevereiro.

As paróquias de São Bartolomeu de Messines, São Marcos da Serra e Silves serão as últimas a serem visitadas, de 1 a 15 de março.

O Código de Direito Canónico estabelece que os bispos têm a obrigação de visitar toda a diocese ao menos a cada cinco anos, podendo, em caso de necessidade, delegar essa tarefa no prelado coadjutor ou auxiliar, ou ainda num padre.

Também o ‘Diretório para o Ministério Pastoral dos Bispos’ explica que as visitas pastorais permitem “reavivar as energias dos obreiros evangélicos, de os louvar, encorajar e consolar”, sendo também uma “oportunidade de chamar todos os fiéis à renovação da sua vida cristã e a uma atividade apostólica mais intensa”. O documento destaca que, além disso, possibilitam ao bispo diocesano “avaliar a eficiência das estruturas e dos instrumentos destinados ao serviço pastoral, dando-se conta das circunstâncias e dificuldades do trabalho de evangelização para poder definir melhor as prioridades e os meios da pastoral orgânica”.

Recomenda ainda que o bispo possa “celebrar a Missa e pregar a Palavra de Deus”, “administrar solenemente o sacramento da Confirmação, se possível durante a Missa”, “encontrar-se com o pároco e os outros clérigos que colaboram na paróquia”, “reunir-se com o Conselho Pastoral ou, se este não existir, com os fiéis (clérigos, religiosos, membros das Sociedades de Vida Apostólica e leigos) que colaboram nos diversos apostolados, e com as associações de fiéis”, “encontrar-se com o Conselho para os assuntos económicos”, “ter um encontro com as crianças, os adolescentes e os jovens que percorrem o itinerário catequético”, “visitar as escolas e as outras obras e instituições católicas dependentes da paróquia” e “visitar, dentro do possível, alguns doentes da paróquia”.

“O Bispo poderá ainda escolher outras formas de estar presente entre os fiéis, tendo em conta os costumes locais e a oportunidade apostólica: com os jovens, por exemplo na ocasião de iniciativas culturais e desportivas; com os operários, para lhes fazer companhia, dialogar, etc”, pede-se ainda.

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