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Para D. Manuel Quintas, a presença de visitantes é benéfica para a região, visto que as pessoas “encontram” neste espaço territorial “uma forma de retemperar as suas forças”, refere ao programa Ecclesia a emitir, hoje, na RTP2 (18h00).

A diocese vê neste aumento de população “um estímulo”, sobretudo quando pessoas de todo o país e não só continuam, aos domingos, a participar na eucaristia.

Apesar de todo o esforço, D. Manuel Quintas lamenta “não poder servir mais e melhor” porque “não se consegue responder a tudo aquilo que seria desejável”.

Para além do trabalho do clero diocesano, o bispo do Algarve manifesta o seu agradecimento aos padres que passam férias na região e “se disponibilizam para colaborar com os párocos”.

Esta época do ano é um tempo “muito rico a todos os níveis” e, naturalmente, que constitui para os diocesanos “um grande desafio”.

A “reorganização do clero não é fácil” porque cada padre tem o “seu modo de ser, de estar e de servir” àqueles que lhes foram confiados, referiu D. Manuel Quintas.

Olhando para a região algarvia na área social, o bispo diocesano considera que existe “um número crescente de desempregados”, mas “não se consegue inverter esta marcha”.

“Ir ao encontro” de quem solicita ajuda é “uma das prioridades da igreja algarvia”, apontou o prelado.

D. Manuel Quintas recorda que as renúncias quaresmais dos últimos anos têm tido como destino o fundo social, que “tem atendido muitas situações”.

Agência Ecclesia

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