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Bispo do Algarve terminou a visita pastoral a Albufeira

O bispo do Algarve terminou no passado domingo a visita pastoral a Albufeira, iniciada no dia 5 deste mês. Na eucaristia de encerramento, a que presidiu na igreja matriz, D. Manuel Quintas destacou a “generosidade” que encontrou na paróquia.

“Queria convidar-vos a louvar o Senhor por todos os dons que recebi, pela generosidade que constatei, por este espírito de fé, serviço e dedicação a Cristo e à Igreja, sempre com o objetivo de viver, celebrar e testemunhar a fé”, começou por referir na celebração.

“Tive a possibilidade de me encontrar com tanta gente, particularmente dos grupos que prestam serviço a esta paróquia, seja aqui na matriz, seja no Centro Pastoral Beato Vicente, seja também no Centro Pastoral Nossa Senhora de Fátima em Olhos d‘Água”, prosseguiu, lembrando também os encontros que teve com as crianças, de maneira particular, com as da catequese paroquial.

O prelado agradeceu todo o acolhimento que lhe foi dispensado. “Quão bom foi para mim também, como o bispo desta diocese, estar convosco nesta semana e, de certa maneira, fazer parte da vida da vossa comunidade”, afirmou.

D. Manuel Quintas disse ter gostado de ver o “bom relacionamento” existente entre o pároco que tomou posse o ano passado e os paroquianos, depois de um primeiro ano de conhecimento e aprendizagem mútua. “Neste segundo ano já existe esse bom relacionamento e esse entusiasmo nele e da vossa parte em levar para a frente aquela que é a missão do pároco e aquela que é a vossa missão, como leigos, na vida, com a vitalidade e o dinamismo missionário que nos deve caracterizar a todos, bem como às paróquias das quais fazemos parte”, constatou.

O bispo do Algarve deu ainda posse ao conselho pastoral paroquial, lembrando que, para além do “obrigatório” conselho económico que as paróquias devem criar para a gestão dos bens paroquiais, que “também a lei da Igreja determina – mesmo que não com caráter de obrigatoriedade – a constituir um conselho pastoral”. “É aquele grupo de leigos da própria paróquia, representativo dos diversos setores da pastoral”, explicou, acrescentando ser “de bom senso para os párocos, mesmo que não tenha um conselho pastoral, que tenham sempre um grupo de leigos que os aconselha, a quem pedem ajuda”. “São aqueles que aconselham e apoiam o pároco na vida do dia-a-dia da paróquia”, complementou.

O pároco agradeceu a presença de D. Manuel Quintas, a sua palavra e os seus gestos. “Certamente que nos enriqueceu a todos. A sua presença e a sua palavra é motivo de entusiasmo e de exortação também renovada a vivermos a nossa adesão a Jesus Cristo”, afirmou o padre Flávio Martins.

Ao longo da semana, o prelado encontrou-se com o conselho económico e com o conselho pastoral agora empossado e também com os movimentos e obras da paróquia, com os grupos da pastoral litúrgica (acólitos, leitores, ministros extraordinários da comunhão, coros de adultos e juvenil), com os adultos em catecumenado e aprofundamento da fé, com os membros da pastoral das vocações, com os catequistas, para além dos pais, das crianças, adolescentes e jovens da catequese, e com os membros do agrupamento local do Corpo Nacional de Escutas.

D. Manuel Quintas encontrou-se ainda com os pescadores de Albufeira no Porto de Abrigo e com o executivo da Câmara Municipal e visitou doentes, o Centro de Dia da ASHA, as diversas valências da Santa Casa da Misericórdia, incluindo o Lar da Santa Casa e o lar Gaivota, as Juntas de Freguesia, os Bombeiros Voluntários e o Destacamento da GNR e BT de Albufeira.

Esta foi a primeira visita pastoral do bispo do Algarve neste ano de 2017/2018. D. Manuel Quintas visitará ainda as paróquias de Olhão e Quelfes e o vicariato do Siroco (Olhão), de 10 a 17 do próximo mês de Dezembro, e as paróquias de São Brás de Alportel e Santa Catarina da Fonte do Bispo, de 25 de fevereiro a 4 de março de 2018.

O Código de Direito Canónico estabelece que os bispos têm a obrigação de visitar toda a diocese ao menos a cada cinco anos, podendo, em caso de necessidade, delegar essa tarefa no prelado coadjutor ou auxiliar, ou ainda num padre.

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